ALEGRIA: nossa marca • AMAR A DEUS: nossa vida • FAZER DISCÍPULOS: nossa missão

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domingo, 8 de julho de 2012


“Missão” é primordialmente oferecer-se a Deus, todos os dias, para ser santificado. Também é guiar espiritualmente a família e os mais próximos, em um trabalho lento, cotidiano e interior. Quando as “missões” são consideradas apenas em uma dimensão exterior, em que não se contempla a interior, somos como pobres legalistas pragmáticos, orientados somente para o fazer, imprestáveis para adorar a Deus e pôr em prática o amor ao próximo, algo só possível com paciência e olhos atentos. Porém, quando privilegiamos o alvo correto, não somos tão ativistas, mas vivemos a missão primordialmente onde deve ser vivida: dentro de nós, em nossos corações, onde está o trono de Deus; e, dali, espraiando-se para fora. É nesse reino da interioridade, habitação do Espírito Santo, que serão esmagados, pela graça de Deus, todos os pecados graves que nos impedem de ter a disposição para amar. É ali que tudo começa; se não começar ali, não terá começado de modo algum (e precisa recomeçar a cada dia!). De fato, amar é o principal de todos os mandamentos, de acordo com Jesus: em primeiro lugar, amar a Deus com todo o coração, toda a alma, todo o entendimento e toda a força; em segundo, amar o próximo como a si mesmo (Mc 12.30-31). Não é amar a “obra de Deus”, entenda! É amar como em círculos concêntricos que se propagam: primeiro, Deus, o único a ser adorado; segundo, o seu lar, esposa e filhos; terceiro, os mais próximos, e dali em diante. Os desconhecidos necessariamente virão depois. Mas, se conseguimos nos convencer de que amamos primeiro o “povo de Deus”, as “tribos inalcançadas”, os “pobres”, os “oprimidos” ou qualquer outra abstração conveniente, por quem jamais poderemos ter uma responsabilidade direta e individualizada, não estamos demonstrando, prestes a deixar de lado os mais queridos e os dependentes reais, que temos um ídolo no coração? Um ídolo que, mascarado de amor, levará à destruição de nosso lar e da nossa alma.

Texto integral:
http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=271



sexta-feira, 6 de julho de 2012


O QUE ESTÃO FAZENDO COM A IGREJA
III Seminário de revitalização das sociedades internas na Igreja Presbiteriana do Alcântara. Dias 13 (19h30), 14 (8h-17h) e 15 (9h-11h) do mês de julho de 2012. A igreja fica no centro do Alcântara, São Gonçalo. Rua Nestor Pinto Alves, nº 57.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012




Jesus é o guarda das portas do paraíso; Ele colocou diante de cada alma crente uma porta aberta que nenhum homem nem nenhum demónio lha pode fechar. Que gozo será achar que a fé nEle é a chave de ouro para as portas eternas! Minh’alma, estás tu levando esta chave em teu peito ou estás confiando em alguma chave falsa que, por fim, fracassará? Ouve esta parábola do pregador e recorda-a: O grande Rei fez um banquete e proclamou por todo o mundo que ninguém entraria nele, salvo os que trouxessem a flor mais formosa do mundo. Os espíritos dos homens avançam para a porta aos milhares e cada um deles traz uma flor que estima ser a rainha do jardim, mas eles, em grande quantidade, são empurrados para fora da presença real e não podem entrar na sala do banquete. Alguns trazem nas suas mãos a mortal beladona da superstição, ou a papoila exibicionista de Roma, ou a cicuta da justiça própria, mas como estas flores não agradam ao Rei, os portadores delas são excluídos das portas de pérola. Minha alma, tens tu colhido a Rosa de Saron? Levas tu constantemente no teu peito o Lírio dos Vales? Se assim é, quando chegares às portas do Céu, tu saberás o seu valor, porquanto só tens de mostrar a mais seleta das flores e o Porteiro abrirá. Nem por um momento Ele te negará a admissão, porque para aquela Rosa o Porteiro abre sempre. Tu acharás o teu caminho para o trono de Deus com a Rosa de Saron nas tuas mãos, visto que o Céu não possui nada que sobrepuje a sua radiante beleza, e de todas as flores que florescem no Paraíso, não há nenhuma que possa rivalizar com o Lírio dos Vales. Minh’alma, pela fé obtém em tuas mãos a vermelha Rosa do Calvário; leva-a por amor, preserva-a pela comunhão, por uma vigilância diária fá-la o teu tudo em tudo e tu serás abençoado além de toda a beatitude, feliz além de toda a imaginação. Jesus, sê meu para sempre: meu Deus, meu Céu, meu tudo.

C. H. Spurgeon – “Leituras Vespertinas”
Tradução de Carlos António da Rocha