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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dia de Ação de Graças



A virtude da gratidão está em toda a Bíblia. É próprio das almas nobres agradecer sempre e por todas as coisas. O salmista exclama: "Bom é render graças ao Senhor..." E outra vez: "Entrai por suas portas com ações de graças..." (Sl 92.1 e 100.4). Assim, o render graças a Deus , é tão antigo quanto a humanidade. Vem dos tempos bíblicos e reflete-se ao longo da história.

O costume do "Dia de Ação de Graças" vem dos Estados Unidos. Em 1620, saindo da Inglaterra, singra os mares o "Mayflower", levando a bordo muitas famílias. São peregrinos puritanos que, fugindo da perseguição religiosa, vão buscar a terra da liberdade. Chegando ao continente americano, fundam treze colônias, semente e raiz dos Estados Unidos da América do Norte.

O primeiro ano foi doloroso e difícil para aquelas famílias. O frio e as feras eram fatores adversos. Não desanimaram. Todos tinham fé em Deus e nas suas promessas. Cortaram árvores, fizeram cabanas de madeira, e semearam o solo, confiantes. Os índios, conhecedores do lugar, ensinaram a melhorar a produção. E Deus os abençoou. No outono de 1621, tiveram uma colheita tão abençoada quanto abundante. Emocionados e sinceramente agradecidos, reuniram os melhores frutos, e convidaram os índios, para juntos celebrarem uma grande festa de louvor e gratidão a Deus. Nascia o "Thanksgiving Day", celebrado até hoje nos Estados Unidos, na quarta quinta-feira de novembro, data estabelecida pelo Presidente Franklin D. Roosevelt, em 1939, e aprovada pelo Congresso em 1941.

O embaixador brasileiro Joaquim Nabuco, participando, em Washington, da celebração do Dia Nacional de Ação de Graças, falou em tom profético: "Eu quisera que toda a humanidade se unisse, num mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus". Estas palavras moveram consciências no Brasil. No governo do Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Congresso Nacional aprovou a Lei 781, que consagrava a última quinta-feira do mês de novembro como o Dia Nacional de Ação de Graças.

Porém, em 1966, o Marechal Humberto Castelo Branco modificou esta Lei, dizendo que não a última, mas a quarta quinta-feira do mês de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças, para coincidir com esta celebração em outros países.

Sim, aquelas palavras de Joaquim Nabuco, grande estadista brasileiro, encontraram eco em muitos corações. Hoje, são muitas as comunidades que, como num grande coro universal de gratidão a Deus, celebram nacionalmente o Dia de Ação de Graças, na quarta quinta-feira de novembro.

Em tudo e por tudo devemos dar graças a Deus!

Extraído do site da SAF: http://www.saf.org.br/

Revelando a Gloria de Deus

domingo, 20 de novembro de 2011

Ecola de Demônios



O Diabo ensinando a um Demônio Aprendiz:

— Você deve fazer com que o seu paciente direcione as suas orações e rezas a coisas. Ele deve reverenciar objetos. Deixe que o “deus” dele tenha uma localização física. Mantenha-o rezando ou orando para a coisa que ele mesmo criou, não para a Pessoa que o criou. Milhões e milhões de almas estão sendo mantidas nessa situação e queremos que elas continuem assim.

Nessa hora, o Demônio Aprendiz questionou:

— Por que nós a queremos presas a essas coisas?

O Diabo, com toda paciência explicou:

— Queremos que elas pensem que estão sendo ouvidas. Queremos que acreditem que esse “deus” que elas criaram é real. Porque enquanto elas mantiverem suas preces direcionadas àquilo que elas mesmas criaram, e não naquilo que o nosso Inimigo é na verdade, teremos suas almas.

Adaptação livre do livro: “Cartas de Um Diano ao Seu Aprendiz” de C. S. Lewis.

O Fim e o Meio



No sistema de governo somos presbiterianos. Na teologia somos calvinistas. Se dizer cristão de linha calvinista é, entre outras coisas, crer em Deus como agente único e soberano na salvação de homens pecadores. Ou seja, não há qualquer participação humana no ato de salvar aqueles que estão mortos espiritualmente. Sendo assim, podemos afirmar que a salvação é o fim planejado poe Deus para o alcance de muitos homens.

Mas todo fim tem um meio. E o Deus ordenou o fim, no caso a salvação, também ordenou o meio, no caso a pregação. A evangelização é o meio que Deus preparou para chegar ao fim que Ele planejou. Nesse ponto, você e eu, somos chamados à participar como canal do Senhor.

Quando Jesus nos disse “ide e fazei discípulos” recebemos dEle uma ordem. E uma odem dada pelo Mestre, por si só, deve ser cumprida. Mas não recebemos apenas uma ordem, recebemos também um privilégio, o de ser usado pelo Senhor naquele que é o maior plano da História da Humanidade, o plano da redenção.

Do seu pastor que sempre ora por você, Rev. Jonas.

domingo, 6 de novembro de 2011

“Pequena fé” causa ansiedade

(Mt 6: 25-30)

A ansiedade desmedida e resultado de uma “pequena fé”. Isso é o que afirma Jesus no texto em questão. Note: não é falta de fé, mas é fé insuficiente. Fé insuficiente é aquela que não abrange todas as áreas da vida.

Pequena fé significa um fracasso em aceitar totalmente as Escrituras. A pequena fé é aquela que não se vale de todas as promessas de Deus. A pequena fé realmente não aceita o que a Bíblia diz, sem tirar nem por, e nem crê para viver por ela, aplicando-a a vida diária. Tudo se resume nisso: “não acreditamos em tudo o que ele diz”.

Não andeis ansiosos; antes exercei a fé, compreenda a verdade bíblica e aplique a todos os detalhes da sua via.

Adaptação do livro estudos no sermão do monte de Martyn Lloyd-Jones.