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domingo, 29 de setembro de 2013

CONSIDERAÇÕES DE UM ATEU



Artigo escrito por um ateu que estimulou C, T, Studd a entregar-se à plena dedicação a Cristo 


Se eu acreditasse com firmeza, como dizem milhões que acreditam, que o conhecimento e a prática da religião nesta vida influência o destino da outra, a religião significaria tudo para mim. Eu jogaria fora os gozos da terra como refugo, as ocupações terrenas como loucuras, e os pensamentos e sentimentos terrenos com vaidade. A religião seria o meu primeiro pensamento ao despenar, e a última imagem em minha mente antes de dormir e afundar na inconsciência. Eu trabalharia somente por ela. Consideraria que ganhar uma alma para o céu vale uma vida de sofrimento. Consequências terrenas nunca deteriam a minha mão, nem selariam os meus lábios. A terra, suas alegrias e suas penas não ocupariam um instante de meus pensamentos. Lutaria para ter em consideração somente a eternidade, e para levar as almas imortais que me rodeiam a serem logo eternamente felizes ou eternamente miseráveis. Eu sairia ao mundo para pregar-lhe a tempo e fora de tempo e a fora de tempo e eis o texto que usaria: QUE APROVEITA AO HOMEM GANHAR O MUNDO INTEIRO E PERDER A SUA ALMA?

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A regra do amor



C. S. Lewis

A regra para todos nós é perfeitamente simples. Não perca tempo pensando se “ama” ou não o seu próximo; aja como se você já o amasse. Pois, assim que fizermos isso, acabaremos descobrindo um dos maiores segredos da vida.

Quando você age como se amasse alguém, acaba por amá-lo de verdade. Se você ofende alguém de quem não gosta, acaba gostando dele menos ainda. Se você respondê-lo bem, vai desgostar menos dele. É claro que existe uma exceção a essa regra. Se você lhe der uma resposta gentil, não para agradar a Deus e obedecer à regra da caridade, mas para lhe provar que é uma pessoa legal e capaz de perdoar, e para deixá-lo em dívida com você, e depois sentar-se e esperar que ele demonstre a sua “gratidão”, provavelmente ficará desapontado. (As pessoas não são tolas: elas logo percebem qualquer tentativa de exibição ou domínio.) Porém, sempre que fazemos o bem a outro ser humano apenas porque se trata de outro ser humano criado por Deus (como nós mesmos), desejando a felicidade dele da mesma forma que desejamos a nossa, é provável que tenhamos aprendido a amá-lo um pouco mais ou, no mínimo, a desgostar dele um pouco menos.

*Meditações diárias Ultimato, extraído do livro Cristianismo Puro e Simples.