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sábado, 30 de junho de 2012

O Evangelho se opõe ao Moralismo - John Piper




Trecho de uma mensagem de John Piper, onde de ele fala – com citações de C. S. Lewis – que o Evangelho se opõe ao costumeiro uso de regras (listas) que criamos em torno da igreja. O Evangelho começa no coração. É uma mudança interna que nos leva a amar a Deus e a querer naturalmente o seu prazer.

terça-feira, 26 de junho de 2012


Por Renata Cardoso

Um amigo meu foi à China e me escreveu uma carta do campo missionário. Estava muito admirado como o povo chinês amava a Palavra de Deus e cuidava dela. Ele estava já há um ano no campo missionário, na capital chinesa, e foi convidado a ir a uma cerimônia secreta que acontecia semanalmente numa cidade no interior da China.

Os missionários não mencionaram onde era o local por medida de segurança. Chegando lá, o convidaram a entrar numa caverna escura e gelada, mas percebeu uma coisa grandiosa, o local era cheio da presença de Deus.

No profundo da caverna havia um grupo considerável de irmãos em Cristo que se reuniam para uma celebra ao para troca de família. Esse grupo possuía um único exemplar da Biblia que era passada de família em família e o patriarca passav a Bilblia à outro patriarca.

Mas uma coisa chamou a atenção do meu amigo que assistia a tudo num silencio perturbador. O patriarca entregou a Biblia ao outro patriarca com lágrimas nos olhos e pesar no coração, sem querer entregar aquele exemplar da Palavra de Deus, testemunhando como eles fizeram para ler o máximo possível.

Naquela semana, seu filho não trabalhou na lavoura junto com eles; sua filha não foi à universidade estudar, nem sua mulher trabalhou em casa fazendo suas tarefas domésticas, tendo cozinhado a comida daquela semana na semana anterior, pois ela acreditava que ler a Palavra de Deus era mais importante que qualquer outra atividade que pudesse fazer.

Seus filhos se revezavam em ler a Palavra para toda a família de dia e de noite, pois seus pais não tinham instrução, mas estavam atentos ao que a Palavra dizia.

Naquela semana, não se dormiu naquela casa para que todos aproveitassem a leitura que era feita da Biblia, que só iria ser lida por aquela família novamente um ano depois.

Meu amigo saiu daquele lugar com o coração apertado e cheio de questionamentos na mente. Primeiro: Que valor damos a Palavra de Deus? Segundo: Quanto Lemos a Palavra de Deus? Terceiro: Essa Palavra fala conosco? Quarto: Falamos dessa Palavra aos outros?

Percebeu que para aqueles que não têm fácil acesso a Biblia, o valor de lê-la é inestimável. Haja o que houver nada os faz parar de ler a Palavra de Deus. E isso o fez pensar...

domingo, 17 de junho de 2012


Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir aos cultos todos os domingos.

      “Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maioria deles… Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles”.

Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para alegria do editor chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de um outro leitor:

     “Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e meus filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais”.

sábado, 16 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012



Pai Nosso, que está nos céus… Será que o trono de Deus tem acolchoamento? Por que teria? Mas o que seria um trono sem algum estofamento… opa! Pai Nosso que está nos céus, santificado seja o Teu nome… Santificado seja teu nome… não deveria santo seja teu nome? Afinal, é impresso, não imprimido. Ou eu falo das duas formas?… opa… Venha o teu Reino… será que Jesus falava de um reino literal ou de um espiritual? Cara, esse debate entre premilenistas e amilenistas é um quebra-cabeças. É tipo um cubo mágico. Onde eu deixei o meu cubo…

Suas orações já perambularam sem rumo como um bêbado? Nem as minhas. Eu sou focado e deliberado em cada ponto de minhas orações. Assim como você.

Mas imagine que seu amigo imaturo te peça um conselho sobre como superar distrações na oração;
Aqui vão cinco ajudas que eu uso neófitos distraídos usam para permanecer focados…

1. Use categorias para guiar sua linha de pensamento.

Se suas orações tendem a sair dos trilhos e sair por aí sem controle, você pode usar um diário de oração ou cartões para mapear o direcionamento do seu tempo de oração.
Categorias que você talvez queira cobrir são:
  • Louvor pelos atributos de Deus
  • Ação de graças pelas bênçãos em sua vida
  • Intercessão pelas necessidades espirituais/físicas dos outros (você pode subdividir isso em família, amigos, governo, igreja, pastor etc).
  • Petição por suas próprias necessidades e desejos

2. Feche a porta com itens específicos em cada categoria

Distrações são como bandidos determinados tentando invadir seus pensamentos. Quando deixamos nossas mentes entreabertas, providenciamos a eles uma brecha em nossas defesas.
Uma lista de nomes ou palavras-chaves com pessoas e itens para a oração selam as passagens por onde essas distrações se infiltram.

3. Lute com uma vantagem ao escolher um local apropriado

Orar enquanto dirige, se for algo bem feito, causará acidentes. Se você não bateu, então você não está orando direito.
 Como um general preparando um ataque, escolher o local correto pode aumentar sua força na batalha.  Sim, Jonas orou na barriga do peixe. Nós podemos orar em qualquer lugar. Mas, para nosso tempo regular de oração, por que optar por um lugar cheio de obstáculos?
Escolha o mais quieto, isolado e ininterruptível lugar disponível para você. Susanna Wesley célebre e inventivamente usava um avental sobre a cabeça como um sinal para sua horda de filhos de que estava em sua hora (mais) silenciosa.
Para nós, isso envolverá desligar nossos celulares. Você faria isso em uma entrevista importante ou numa reunião de negócios, certo?

4. Aprisione pensamentos indesejados em uma checklist

Por que até então um compromisso permaneceu alegremente guardado em nossos subconscientes por dias, mas exigirá atenção imediata no momento em que sentamos para orar? Essas lembranças agressivas precisam ser tratadas com firmeza.
Eu as prendo reservando um espaço em branco numa página de meu diário de oração. Nesse espaço, escrevo algum pensamento importante que surge inesperadamente. Assim que os tenha por escrito – de forma que eu possa transcrevê-los mais tarde na minha agenda – a urgência tende a aquietar-se e esperar em sua prisão pelo restante do período de oração.

5. Escreva suas orações                                              

Se as quatro estratégias acima não funcionarem tanto quanto esperava, você pode entar o golpe final dos métodos para vencer a distração: escreva sua oração inteira.
Descobri que escrever orações em um diário nos ajuda a focar como nenhuma outra coisa.
Todas as tentações tangenciais somem, e esse hábito me traz uma referência a que posso retornar a fim de monitorar minhas orações respondidas e meu crescimento/declínio espiritual .

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo.com | Original aqui

domingo, 10 de junho de 2012


Um dos sinais do “crescimento na graça” é a humildade crescente. O homem cuja alma está “crescendo” possui maior percepção de sua própria indignidade e pecaminosidade, a cada ano que passa. Ele se dispõe a dizer, juntamente com Jó: “Sou indigno” ou como Abraão: “Sou pó e cinza”, ou como Jacó: “Sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens para com teu servo”, ou como Davi: “Mas eu sou verme, e não homem”. Quanto mais um crente aproxima-se de Deus, mais se torna sensível em relação à sua própria indignidade e imperfeições. Quanto mais ele avança na sua jornada para o céu, mais compreende o que Paulo quis dizer, quando afirmou: “Não que eu… já tenha obtido a perfeição”; “eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo”; “A mim, o menor de todos os santos”. Quanto mais maduro, mais inclinará a cabeça para o chão. (…) Quer alguém saber se está crescendo na graça? Verifique em seu próprio interior, se a sua humildade está aumentando.

*Extraído do livro “Santidade - Sem a qual ninguém verá o Senhor.

segunda-feira, 4 de junho de 2012


Se o conhecimento das coisas visíveis podem enriquecer a vida, o que o conhecimento de Deus fará com ela? Deus não é um Deus de mortos e nem da morte, mas de vivos e da vida. Todos aqueles que foram recriados à Sua imagem e descansam em Sua companhia são elevados acima do nível da morte e da mortalidade. “Aquele que crê em mim”, disse Jesus, “ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente” (Jo 11:25,26). O conhecimento de Deus em Cristo traz consigo a vida eterna, alegria imperturbável, bênçãos celestiais. Esses não são apenas efeitos, pois o conhecimento de Deus é, em si mesmo, uma vida nova, eterna e abençoada.


Extraído do livro “Teologia Sistemática” de Herman Bavinck, Ed. Socep.

domingo, 3 de junho de 2012


Os crentes não oram com a intenção de informar a Deus a respeito das coisas que ele desconheça, ou para incitá-lo a cumprir o seu dever, ou paraapressá-lo, como se ele fosse relutante. Pelo contrário, eles oram para que assim possam despertar-se e buscá-lo, e assim exercitem sua fé na meditação das suas promessas, e aliviem suas ansiedades, deixando-as nas mãos dele; numa palavra, oram com o fim de declarar que sua esperança e expectativa das coisas boas, para eles mesmos e para os outros, está só nele.

*Fonte: Calvino de A a Z, Editora Vida.

sexta-feira, 1 de junho de 2012