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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Santidade


Oswald Chambers

Andar sobre as águas é fácil pra o ousado impulsivo, mas andar sobre terra seca como discípulo de Jesus Cristo é coisa bem diferente. Pedro andou sobre a água para ir até Jesus, mas ele o seguiu de longe sobre a terra. Não precisamos da graça de Deus para agüentar as crises, a natureza humana e o orgulho são suficientes, conseguimos enfrentar magnificamente a tensão. Mas requer a graça sobrenatural de Deus para viver vinte e quatro horas por dia como santos, passar pelo enfadonho como discípulo, viver uma existência comum, não observada, ignorada, como discípulo de Jesus. Está nato em nós que tenhamos de fazer coisas excepcionais para Deus, mas isso não é o que precisamos. Temos de ser excepcionais nas coisas mais comuns, ser santos nas ruas mais perigosas, entre gente perigosa, e isso não se aprende em cinco minutos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Novo templo

Essas são algumas projeções de como deve ficar o nosso local de culto


Vista do centro do templo para o púlpito




Vista do púlpito

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

domingo, 16 de setembro de 2012

domingo, 9 de setembro de 2012

A Bíblia


“Escrevi-lhe as grandezas da minha lei, porém essas são estimadas como coisa estranha”
(Oséias 8:12)



C. H. Spurgeon

Este volume é a escrita do Deus vivo: cada letra foi escrita por um dedo Todo-poderoso; cada palavra saiu dos lábios eternos, cada frase foi ditada pelo Espírito Santo. Ainda que Moisés tenha sido usado para escrever suas histórias com sua ardente pluma, Deus guiou essa pluma. Pode ser que Davi tenha tocado sua harpa, fazendo que doces e melodiosos salmos brotassem de seus dedos, porém Deus movia Suas mãos sobre as cordas vivas de sua harpa de ouro. Pode ser que Salomão que tenha cantado os Cânticos de amor, ou pronunciado palavras de sabedoria consumada, porém Deus dirigiu seus lábios, e fez eloqüente ao Pregador. Se sigo ao trovejador Naum, quando seus cavalos aram as águas, ou a Habacuque quando vê as tendas de Cusã em aflição; se leio Malaquias, quando a terra está ardendo como um forno; se passo para as serenas páginas de João, que nos falam de amor, ou para os severos e fogosos capítulos de Pedro, que falam do fogo que devora os inimigos de Deus, ou para Judas, que lança anátemas contra os adversários de Deus; em todas partes vejo que é Deus quem fala.

É a voz de Deus, não do homem; as palavras são as palavras de Deus, as palavras do Eterno, do Invisível, do Todo-poderoso, do Jeová desta terra. Esta Bíblia é a Bíblia de Deus; e quando a vejo, parece que ouço uma voz que surge dela, dizendo: “Sou o livro de Deus; homem, leia-me. Sou a escrita de Deus: abra minhas folhas, porque foram escritas por Deus; leia-as, porque Ele é meu autor, e O verá visível e manifesto em todas as partes”. “[Eu] escrevi-lhe as grandezas da minha lei, porém essas são estimadas como coisa estranha”.

*Trecho do sermão do pastor batista Charles Haddon Spurgeon “A Bíblia”, pregado na Manhã de Domingo, 18 de Março de 1855, no Exeter Hall, Strand - Londres - Inglaterra

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A ti clamo, ó Senhor

“A ti clamo, ó Senhor; rocha minha, não emudeças para comigo; não suceda que, calando-te a meu respeito, eu me torne semelhante aos que descem à cova”
(Sal. 28:1)

C. H. Spurgeon


Um clamor é uma expressão natural de sofrimento e uma real semelhança dum estado de espírito que obtemos quando todos os
outros modos de se ser ouvido falharam. Mas este clamor deve ser solidário e exclusivo ao Senhor, pois clamar perante um homem é a mais pura perda de tempo e um gastar inútil de nosso fôlego. Assim que pudermos considerar a nossa espontaneidade e prontidão para ouvir ao Senhor e nos apercebermos da Sua habilidade em nos ajudar prontamente, veremos uma boa razão para direccionar todas as súplicas ao Deus de toda a nossa salvação apenas. Será em vão clamar às rochas inócuas até no dia do juízo, mas nossa Rocha Eterna ouvirá sempre e continuamente nossos clamores. “Não estejas em silêncio para comigo”. Muitos conformados e formalistas contentar-se-ão sempre com meras orações sem respostas, mas suplicantes genuínos nunca se sentirão satisfeitos com tal coisa. Eles nunca se sentirão satisfeitos nem com as próprias respostas à oração, pois irão sempre mais distante ainda, pois recebem reais feitos dos céus, ou então não acharão seu descanso. E as respostas que eles anseiam vir a receber logo ali, fazem-nos temer que Deus se silencie por um simples momento. A voz de Deus é frequentemente terrível, de tal modo que abala as rochas num deserto. Mas o Seu silêncio é igualmente cheio de terror para um suplicante sério. Quando Deus parece estar a fechar os Seus ouvidos, nunca podemos fechar nossas bocas, mas antes devemos clamar ainda mais. Assim que o tom de nossa voz se identificar com a ansiedade real de se ser ouvido, Ele nunca nos negará uma resposta sequer. Que caso medonho seremos nós se nosso Senhor nunca mais nos ouvir! “Não suceda que, calando-te a meu respeito, eu me torne semelhante aos que descem à cova”. Se estamos privados do Deus que ouve as orações, deveríamos estar num estado de desconsolo tal que nem a cova nos calasse, pois cairíamos mais fundo que o inferno. Temos de obter respostas para as nossas orações. O nosso caso é um dos que não podem esperar; certamente que Deus nos trará a paz de espírito a nossas mentes agitadas, pois Ele nunca descobrirá em Seu coração razão para que Seus próprios filhos se atormentem.