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domingo, 24 de abril de 2011

O Poder de sua Ressurreição

A Incredulidade de Tomé, c. 1601-02, Michelangelo Merisisi da Caravaggio (Italian Baroque Era Painter, ca.1571-1610), Óleo sobre tela, 107 x 146 cm, Potsdam, Schloss Sanssouci, German


por

Charles Haddon Spurgeon


“Para o conhecer, e o poder da sua ressurreição...” (Fp. 3:10, RA)

A doutrina da ressurreição do Salvador é extremamente preciosa. A ressurreição é a pedra angular do edifício do cristianismo. É o pilar do arco da nossa salvação. Seria necessário um livro inteiro para mostrar todas as correntes de água viva que fluem desta fonte sagrada, a ressurreição de nosso querido Senhor e Salvador Jesus Cristo; mas saber que Ele ressuscitou, e ter comunhão com Ele como tal - relacionar-se com o Salvador ressurreto em conseqüência de uma vida restaurada; vê-lo deixar o túmulo como resultado de nós mesmos termos deixado o túmulo do mundanismo - é ainda mais precioso. A doutrina é o fundamento da prática, mas, tal como a flor é mais encantadora do que a raiz, assim também a prática da comunhão com o Salvador ressuscitado é muito mais encantadora do que a própria doutrina. Gostaria de fazê-lo crer que Cristo ressuscitou dos mortos para que cantasse isto, e de dar-lhe todo o consolo possível para que entendesse este fato com certeza e testemunho; mas, até lá, eu lhe imploro, não se dê por satisfeito. Embora você não possa, como os discípulos, vê-Lo visivelmente, mesmo assim eu lhe digo para desejar ver Jesus Cristo com os olhos da fé; e, embora não possa, como Maria Madalena, "tocá"-Lo, mesmo assim você pode ter o privilégio de conversar com Ele, e saber que Ele ressuscitou, e que você mesmo foi ressuscitado Nele em novidade de vida. Conhecer o Salvador crucificado porque Ele crucificou todos os meus pecados, é muito bom; mas, conhecer o Salvador ressuscitado porque Ele me justificou, e entender que Ele me deu nova vida, tornando-me uma nova criatura por meio de Sua própria novidade de vida, é uma experiência ainda mais sublime: sem isto, ninguém ouse ficar satisfeito. Que você possa "conhecê-Lo e o poder da Sua ressurreição." Por que razão as almas ressuscitadas com Jesus vestiriam mortalhas mundanas e incrédulas? Ressuscita, pois o Senhor ressuscitou.

Fonte: Morning and Evening (Devocional vespertina do dia 22 de novembro)

Tradução: Mariza Regina Souza

Este artigo é parte integrante do portal http://www.monergismo.com/

sábado, 23 de abril de 2011

6 princípios bíblicos para adoração


Mark Driscoll

O Novo Testamento é claro em dizer que o povo de Deus se reunia regularmente para adoração corporativa. Isto é evidente pelo uso freqüente da palavra grega ekklesia, que significa simplesmente a assembléida do povo de Deus reunida.

“O culto é uma resposta corporativa a Deus, não apenas uma resposta individual.”

Do mesmo modo, Hebreus 10:24-25 ordena: “E consideremo-nos uns aos outros para incentivar-nos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros" Quando o povo de Deus se reúnem para adoração, os líderes da igreja devem cuidar de se alinhar com seis princípios bíblicos para a adoração.

1. A adoração corporativa deve ser centrada em Deus

Adoração não é uma ocasião para ouvirmos sermões sobre nós mesmos, cantar canções sobre nós mesmos, ou ter como propósito central criar uma maneira de nos fazer sentir felizes e inspirados. Uma vez que somos propensos a adorar a nós mesmos como ídolos, a adoração corporativa é uma ocasião importante para redirecionar a nossa adoração de volta para a Deus.

2. A adoração corporativa deve ser inteligível

Isto significa que não somente o culto deve ser conduzido numa língua conhecida dos ouvintes, mas também que os termos técnicos doutrinários devem explicar de forma compreensiva o que diz e o que se canta pra que todos compreendam. Isto também significa que o pastor não deve simplesmente tratar de impressionar a congregação com o seu vasto conhecimento dos termos em grego e hebraico, mas como João Calvino e outros reformadores argumentaram, por amor ao seu povo, ele deve falar com eles de forma clara. O pastor deve fazer com que as pessoas se impressionem com Jesus Cristo não com ele próprio.

3. A adoração corporativa deve ser sensível aos que buscam

Porque existem não crentes presentes nas reuniões de adoração, os que dirigem as reuniões devem ser hospitaleiros com os não crentes. Por isso o pregador deve apresentar o Evangelho aos não crentes explicando porque as reuniões da igreja tem alguns elementos como a comunhão (Santa Ceia) ou cânticos, e explicar os termos cristãos de uma maneira clara, que permita ao não crente entender o que a Bíblia diz. Isso não quer dizer que o culto deve ser voltado para os visitantes, e essencialmente concebido como um comício evangelístico, mas um esforço sincero deve ser feito para ajudar aos não crentes a compreenderem e experimentarem o evangelho”.

4. A adoração corporativa não deve ser egoísta

Se alguém quer expressar sua resposta pessoal a Deus de uma forma que chama a atenção indevida das outras pessoas e os distrai da adoração a Deus, eles devem fazer esse tipo de coisa em casa, em privado. A reunião na igreja é uma resposta corporativa a Deus, não apenas uma resposta individual. E na adoração, Deus dá a seu povo a verdade, o amor, a esperança, e assim por diante, e quem distrair os demais de receberem o que Deus têm para eles e se centrar em Deus, devem ser repreendidos, para serem maduros e aprenderem a considerar os demais como mais importante que a si próprio, como diz a Escritura.

5. A adoração corporativa deve ser ordeira

Embora a Bíblia não prescreva ou descreva qualquer ordem litúrgica da adoração da igreja, é importante que essas reuniões ocorram e sejam preparadas antecipadamente, suficientemente para serem úteis e que não frustre e distraia os fiéis. Mesmo que a igreja não seja perfeita, nós devemos fazer com que nossas reuniões de adoração tenham uma impressionante organização, evitando músicos que não conseguem manter o rítmo; cantores que não podem cantar; alto-falantes que falham contínuamente com pausas incômodas, porque seus operadores nada conhecem do que está acontecendo ao lado; pessoas falando em línguas e profetizando fora do tempo; porque a Bíblia proíbe todas essas coisas que distraem as pessoas de serem capazes de se concentrarem em Deus e falsamente apresentarem uma adoração caótica a Ele.

6. A adoração corporativa deve ser missional

Os seres humanos são, como imagem de Deus, portadores e responsáveis pela cultura, como receptores e intépretes. Por isso, não têm sentido que os cristãos ignorem a cultura ao assumir que o Cristianismo é em si, uma cultura que existe completamente separada das outras culturas dentro de onde a Igreja existe. Para ser missional, uma reunião da igreja tem que se adequar a cultura em vez de ser uma sub-cultura importada de outro tempo ou lugar. Isso não significa que as tradições mais antigas (por exemplo, os hinos, os credos) não devem ser mais usados, pois, os utilizando, eles contribuem para ensinar ao fiéis a adoração a Deus, ao invés de se tornar uma forma datada e antiga de adoração, que não é o melhor para a igreja. Ainda assim, isso deve ser feito com muita reflexão teológica de modo a não transformar a expressão artística e a música em ídolos.

Recordando os elementos da adoração

Quando o povo de Deus se reúne, os líderes da igreja também são obrigados a garantir que o que a Bíblia ordena sobre o que fazer no culto e como ele deve ser realizado. Há certos elementos que a Escritura estabelece para adoração na igreja. Alguns teólogos se referem a essas normas, como os elementos da adoração corporativa, e que são os seguintes:

  1. Pregação (2 Timóteo 4:2)
  2. Os Sacramentos do Batismo e da Ceia do Senhor (Mateus 28:19, 1 Coríntios 11:17-34)
  3. A oração (1 Timóteo 2:1)
  4. A leitura Bíblica (1 Timóteo 4:13)
  5. Contribuição Financeira (2 Coríntios 8-9)
  6. Canto e música (Colossenses 3:16)

Deus em sua sabedoria nos tem dado princípios claros e práticos para guiar a adoração do seu povo.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Abrindo portas

Mark Driscoll, em seu livro Reformissão, escreveu sobre a importância do relacionamento como meio de levar as boas novas de salvação: “…amizade… e hospitalidade (são) fios condutores para o evangelho”. “…é vital que as pessoas perdidas possam conviver suficientemente de perto com os cristãos para que possam observar diretamente o resultado prático e natural do Evangelho na vida das pessoas”.

Quando abrimos as portas de nossas casas para os vizinhos ou amigos permitimos que eles vejam um estilo de vida influenciado por Deus. É a influência que Deus opera sobre nós que marcará a vida dessas pessoas.

Driscoll diz que o relacionamento contínuo pode gerar conversões verdadeiras, pois a “conversão autêntica geralmente é experimentada mais como um processo do que como um momento específico”.

Podemos dizer então que ao abrir as portas de nossas casas estaremos possibilitando o acesso para que Deus entre e transforme a vida de muitas pessoas.

Maiss do que uma oportunidade, temos aqui um privilégio de fazer do plano eterno de salvação ciado por Deus e executado por Jesus, Vice também vê assim?

Do seu pastor Rev, Jonas


terça-feira, 19 de abril de 2011

Morte por amor - Sexta Santa - Mars Hill Church


Esse filme foi feito pela Mars Hill Church, igreja do pastor Mark Driscoll, em Seattle, e foi legendado e postado pelo blog: Voltemos ao Evangelho. Estamos disponibilizando aqui pra que você possa assistir e entender o verdadeiro sentido do feriado da Semana Santa. Abaixo reproduzimos o texto publicado no blog para a divulgação do video. Se você deseja conhecer mais o ótimo conteúdo do blog, clique no link abaixo.

Antes de celebrarmos Jesus Cristo ressurreto na Páscoa, nos reunimos como igreja para lembrar sua morte sangrenta e sacrificial na cruz da Sexta-Feira Santa. “Sexta Santa” é um filme fascinante e curto, descrevendo as horas finais da vida de Jesus, e é mostrado no culto da Mars Hill Church para essa lembrança.

Nota: O filme contém cenas fortes e não é recomendado para menores de dez anos de idade. Por favor, considere, em oração, a permanência de seus filhos nas classes bíblicas durante a exibição.

http://voltemosaoevangelho.com/blog/2011/04/morte-por-amor-filme-sexta-santa-quem-matou-deus/

domingo, 3 de abril de 2011

Sua casa: casa de bênção

Gustave Doré, O Pentecostes

No Antigo Testamento, vemos o relato interessante de um momento da vida de Obede-Edom, um homem cuja existência provavelmente tivesse passado desapercebida de todos, caso não fosse uma simples atitude sua: ele abrigou a arca da Aliança de Deus em sua casa quando esta foi recuperda por Davi (1 Crônicas 13). Diz o texto bíblico que, por abrigar a arca, “o Senhor abençoou a casa de Obede-Edom e tudo o que ele tinha” (v. 14). Da mesma maneira que a arca simbolizava a presença de Deus entre o seu povo, trazendo toda sorte de bênçãos, a Igreja é chamada de o Corpo de Cristo, e onde ela se reúne em nome de Jesus, ele se faz presente, também com toda sorte de bênçãos.

Você gostaria que, assim como a casa de Obede-Edom, a sua casa também fosse um local de bênção? Sendo sua resposta “sim”, então venha no próximo domingo pela manhã na igreja e veja como isso pode acontecer.

Rev. Jonas Murtha