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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Cantata Infantil de Natal 2012

Cantata Infantil de Natal 2012


Algumas fotos da Cantata Infantil de Natal realizada no último domingo, dia 16/12/2012.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

NATAL na IPRO


Venha celebrar o verdadeiro sentido do Natal conosco!

“…luz para para revelação aos gentios e para a glória de Israel, teu povo”
(Lucas 2: 32 - NVI)

O significado do Natal

Marcha da Bíblia 2012

Realizado no segundo domingo de dezembro, dia 9, a Marcha da Bíblia, contando com a presença das igrejas: Presbiteriana de Rio do Ouro, Presbiteriana Água Viva, Metodista de Rio do Ouro e Congregacional Independente de Rio do Ouro.




Preparação para a marcha…




Marchando pela Palavra de Deus!

“Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê…”
(Romanos 1: 16)



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Oração e Evangelho - parte 1


Tim Keller
(Pastor da Reedemer Presbyterian Church em Nova York)
Princípios
 
Uma das coisas mais básicas que o Evangelho faz é mudar a oração de simples petição para comunhão e a adoração da Sua glória. Gálatas 4:6-7 ensina-nos que, quando acreditamos no Evangelho, não só nos tornamos filhos de Deus legalmente, mas nós recebemos o Espírito, a fim de nos tornamos filhos. O Espírito leva-nos a dirigir nossa voz apaixonadamente a Deus como nosso tenro e amado Pai.. O Espírito chama Abba '(4:7). No versículo próximo, Paulo refere-se a esta experiência como "conhecer Deus" (4:8). Nós não só acreditamos e sabemos que Deus é santo e amoroso, mas nós realmente experimentamos contacto com o seu amor e sua santidade numa comunhão pessoal com ele.

Ninguém tem um profundo conhecimento sobre o evangelho e a oração do que Jonathan Edwards. . Edwards concluiu que a mais essencial diferença entre um cristão e um moralista é que é um cristão obedece a Deus se deleitando naquilo que Ele é. O evangelho significa que não estamos obedecendo Deus para conseguir alguma coisa, mas para dar-Lhe prazer, porque vemos o seu valor e beleza. . Por isso, o cristão é capaz de tirar o poder da contemplação de Deus. Só podemos chegar e pedir coisas-petição.. Sem o evangelho, não podem conceber um Deus que é santo, mas sempre será, intimidatório e só pode ser abordado com petições se formos muito bons. Ou nós, talvez, podemos conceber um Deus que é essencialmente amoroso e responde a todos positivamente. Para a primeira abordagem "Deus" é assustador; o segundo é aproximar-se Dele não é algo significativo. Assim, sem o evangelho, não há possibilidade de paixão e deleite de louvar a Deus ao chegarmos junto Dele.

Fonte: http://timkelleremportugues.blogspot.com.br/

domingo, 25 de novembro de 2012

A potencialização do mal

Coringa em Batman “The Dark Knight”

“A cocaína potencializou o mal em nós”. Foi assim que um integrante de uma famosa banda de rock dos anos 80 explicou o motivo pelo qual o grupo acabou. A imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, a adoração de ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, as invejas, as bebedeiras, as farras (Gl 5: 19-21) e outras coisas parecidas com estas já estavam neles, faziam parte de suas vidas. Eram naturais a eles. O que a droga fez foi potencializar esses sentimentos e as suas ações, chegando ao ponto de não conseguirem mais estar juntos.

O fato de sermos cristãos não nos livrou de fazermos o mal. Por isso mesmo devemos ter o cuidado de não alimentar, dar força e vigor ao mal que habita em nós (Rm 7: 20). Potencializamos o mal quando falamos o que não devemos falar, vemos o que não devemos ver, ouvimos o que não devemos ouvir, tocamos o que não devemos tocar, ingerimos o que não devemos ingerir… Quem alimenta o mal acaba se distanciando mais e mais de Deus e por conseqüência morre.

Infelizmente o nosso corpo físico vai procurar sempre expressar a vontade de um coração ainda corrompido pelo pecado (Bíblia de Genebra, nota Rm 8: 13). Contudo, recebemos uma orientação importante de como fazer morrer os desejos maus da carne e assim evitar nossa própria morte: Deixar o Espírito Santo, que também está em nós, guiar nossas vidas Àquele que é a fonte da vida (Pv  14: 27).

Do seu pastor que sempre ora por você,
Rev. Jonas

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

domingo, 18 de novembro de 2012

A velha vida e a nova vida

Horatius Bonar, O Caminho de Deus para a Santidade, Ed. EP 

O homem de quem a velha vida se extinguiu, é em quem a nova vida se implantou, é ainda a mesma pessoa. O mesmo ser que uma vez esteve "debaixo da lei" esta agora "debaixo da graça". Seus traços fisionômicos e seus membros físicos ainda são os mesmos; seu intelecto, imaginação, capacidades e responsabilidades são ainda os mesmos. Contudo, as coisas antigas passaram, e tudo se fez novo. O velho homem está morto; o novo homem passou a viver. Não significa meramente que a velha vida tenha sido retocada e feita mais agradável, com os defeitos corrigidos, com as rugas alisadas, com alguma elegância a realçar aqui e ali. Não é uma coluna quebrada e depois reparada, nem uma pintura com uma mancha removida, nem uma inscrição incompleta preenchida, nem a caiação de um templo sujo, é muito mais que tudo isso. Do contrário Deus não a teria denominado de nova criação, nem o Senhor Jesus teria afirmado com tremenda explicitude, como ele o faz em seu colóquio com Nicodemus, a lei divina de execução e inclusão no reino de Deus (Jo 3:3). Entretanto, em nossos dias quase não se crê que "o que é nascido da carne é carne; o que nascido do Espirito é espirito" (Jo 3:6).

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A Iniquidade das Coisas Santas



por 
Charles Haddon Spurgeon


“E estará sobre a testa de Arão, para que Arão leve a iniqüidade concernente às coisas santas que os filhos de Israel consagrarem em todas as ofertas de suas coisas santas; sempre estará sobre a testa de Arão, para que eles sejam aceitos perante o SENHOR” 
(Êxodo 28:38) 

Que véu é levantado por estas palavras, e que revelação! Será humilhante, mas proveitoso para nós, fazer uma pausa por alguns instantes e observar este triste espetáculo. As iniquidades da nossa adoração pública: sua hipocrisia, formalidade, indiferença, irreverência, inconstância de coração, e o esquecimento da parte de Deus - que boa medida nós termos aí! Nosso serviço para o Senhor, sua ambição, egoísmo, descuido, desleixo, descrença - quanta mácula! Nossa devoção particular, sua debilidade, frieza, negligência, sonolência, e vaidade - que monte de terra improdutiva! Se olhássemos mais cuidadosamente, perceberíamos que esta iniquidade é muito maior do que aparenta ser à primeira vista. Dr. Payson, escrevendo a seu irmão, diz, “Minha paróquia, assim como meu coração, muito se assemelha ao jardim de um preguiçoso; e o que é pior, acho que grande parte dos meus desejos para a melhoria de ambos, procedem ou do orgulho e vaidade, ou da indolência. Vejo as
ervas daninhas que cobrem meu jardim, e espiro um ardente desejo de que elas fossem erradicadas. Mas, por que? O que move esse desejo? Talvez eu saia e diga a mim mesmo: ‘que bela ordem mantenho em meu jardim'! Isto é orgulho. Ou pode ser que meus vizinhos olhem por cima do muro e digam: ‘Como seu jardim está florido!' Isto é vaidade . Ou talvez eu deseje a destruição das ervas daninhas porque estou cansado de arrancá-las. Isto é indolência .” De modo que, mesmo nossos desejos de santidade podem estar contaminados por motivos vis. Os vermes se escondem sob os gramados mais verdejantes; não precisamos observar por muito tempo para descobri-los. Que encorajador é o pensamento de que, quando o Sumo Sacerdote suportou a iniquidade das coisas santas, ele colocou em sua testa as palavras “SANTIDADE AO SENHOR”: e mesmo assim, enquanto Jesus sustenta nosso pecado, Ele apresenta diante da face do Pai não a nossa santidade, mas a sua própria. Oh! quanta graça por ver o nosso grande Sumo Sacerdote pelos olhos da fé!

Fonte: Morning and Evening (Devocional matutina do dia 08 de Janeiro)
Tradução: Mariza Regina Souza

terça-feira, 30 de outubro de 2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A Todos Ele Curou


por  
Charles Haddon Spurgeon

 “ Muitos o seguiram, e a todos ele curou ” (Mt. 12:15) 

Que multidão de doentes repugnantes deve ter se aglomerado sob olhos de Jesus!
Apesar disso, não lemos que Ele estivesse com nojo, e sim pacientemente  esperando cada caso. Que variedade singular de males deve ter se encontrado a Seus pés! Que úlceras nojentas e que feridas purulentas! Ainda assim Ele estava pronto para cada nova forma de terríveis males, e foi vencedor sobre cada uma delas. Deixe que os dardos venham de todos os lados, Ele extinguiu seu poder flamejante. O calor da febre ou o calafrio da inflamação; a letargia da paralisia, ou a cólera da loucura; a imundície da lepra, ou a escuridão da cegueira - todos
conheceram o poder de Sua palavra, e fugiram ao Seu comando. Em todos os cantos da terra Ele foi triunfante sobre o mal, e recebeu o respeito dos cativos libertos. Ele veio, viu, e venceu em todos os lugares. Ainda é assim nesta manhã.
Qualquer que seja o meu caso, o Médico amado pode me curar; e qualquer que seja o estado dos outros de quem eu possa me lembrar neste momento de oração, posso ter esperança em Jesus que Ele será capaz de curá-los de seus pecados. Meu filho, meu amigo, alguém querido, posso ter esperança para cada um, para todos, quando me recordo do poder medicinal de meu Senhor; e por minha conta, qualquer que seja a gravidade da minha luta contra os pecados e as enfermidades, ainda posso ficar alegre. Aquele que na terra andou em hospitais, ainda dispensa a Sua graça, e faz maravilhas entre os filhos dos homens: deixe-me ir a Ele de uma vez por todas em plena confiança.
Vou louvá-lO esta manhã, enquanto me recordo de como Ele trabalhou Suas curas espirituais, as quais Lhe trouxeram grande renome. Foi por tomar sobre si nossas enfermidades. “Por suas chagas, fomos sarados.” (I Pe. 2:24) A Igreja na terra está repleta de almas curadas por nosso Médico amado; e os habitantes do próprio céu confessam que “A todos Ele curou.” Venha, então, minh´alma, anuncia em todos os lugares as virtudes da Sua graça, e deixa “ser isto glória para o SENHOR e memorial eterno, que jamais será extinto.” (Is. 55:13)

Fonte: Morning and Evening (Devocional Matinal do dia 07 de Maio)
Tradução: Mariza Regina Souza

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O reino de Cristo e a humilhação

Richard Baxter

O reino de Cristo não era deste mundo, porque, se o fosse, Ele procuraria estabelecê-lo pela força das armas e da luta, que são os meios mundanos. Mas o Seu reino é dentro em nós; é um reino espiritual, e assim, apesar de estar no mundo, Ele foi tratado com desdém, como um tolo, como um pecador, e como um infortunado. Mas dentro em nós Ele deve ser tratado com honra, e reverência, como um Rei e Senhor absoluto. A vez do executor e do poder das trevas foi quando Ele estava em agonia; mas quando Ele vem através da Sua graça salvadora a uma alma, é a vez do Seu triunfo e casamento, e do poder prevalecente da luz celestial. Na cruz, Ele era como um pecador, e tomou o nosso lugar, e suportou o que era a nossa culpa, e não Sua. Mas na alma Ele é o conquistador de pecados, e vem para tomar posse do que é Seu, e para realizar a obra que pertence a Ele na Sua dignidade; e, assim, Ele será ali reconhecido e honrado. Na cruz, Ele estava derrubando o reino de Satanás, e estabelecendo o Seu próprio, apenas de um modo preparatório; mas na alma, Ele faz ambos serem executados imediatamente. Na cruz, o pecado e Satanás se vangloriaram; mas quando Ele penetra a alma, é Ele quem Se vangloria sobre eles, e não cessa até os haver destruído. Na redenção, Ele Se consumiu; mas na conversão, Ele toma posse do que remiu. Em uma palavra, Ele veio ao mundo em carne para ser humilhado, mas Ele vem à alma, através do Seu Espírito, para a Sua merecida exaltação. Assim sendo, embora Ele houvesse suportado ser cuspido na carne, não suportará ser desprezado na alma. Assim como no mundo Ele foi escarnecido com um título de rei, coroado com espinhos, e vestido com tais roupas reais a fim de que fosse feito objeto de opróbrio, assim, quando Seu Espírito entra em uma alma, Ele é ali entronizado com a nossa consideração mais reverente, subjetiva, e profunda. Ele é ali coroado com o nosso mais elevado amor, e gratidão, e adorado com a ternura da nossa obediência e do nosso louvor. A cruz haverá de ser a porção dos Seus inimigos; a coroa e o cetro serão a Sua. E assim como tudo foi preferido em detrimento Dele na terra, até mesmo o próprio Barrabás, assim também todas as coisas haverão de ser subjugadas a Ele na alma santificada, e Ele obterá a primazia diante de todas as coisas.

Este é o propósito da humilhação: preparar o coração para um maior gozo do Senhor, e preparar o caminho diante Dele, e habilitar a alma para ser o templo do Seu Espírito. Uma alma humilhada nunca se desvencilharia Dele usando bois, fazendas, ou casamentos como desculpas. Aquele, porém, que não é humilhado fará muito pouco caso Dele.

*Extraído do livro “Quebrantamento: espírito e humilhação”.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O descanso eterno dos santos 1



Richard Baxter

Há nesse descanso a cessação do movimento ou da ação; não de todas as ações, as apenas daquela que tem a natureza de um meio e implica a ausência do fim. Quando obtivermos o refúgio, nosso navegar se finda; quando o trabalhador recebe seu salário, isso quer dizer que ele cumpriu suas responsabilidades; quando estamos no fim de nossa jornada, já completamos o caminho. Todos os movimentos se findam no centro, e todos os meios cessam quando temos o fim. Portanto, as profecias desaparecem, as línguas cessam, e o conhecimento passa; ou seja, por ele ter a natureza de um meio e ser imperfeito. E, do mesmo modo, é possível dizer que a fé cessa, não toda fé, pois como poderíamos conhecer todas as coisas passadas, as que não vimos, mas apenas cremos nelas? Como poderíamos conhecer o juízo final, a ressurreição do corpo de antemão, se não fosse pela fé? Como poderíamos conhecer a vida eterna, a 
eternidade de alegrias que temos, se não fosse pela fé? Mas toda essa fé, que como um meio nos fez alcançar nosso fim, deve cessar. Não haverá mais oração, pois não mais será necessária, mas apenas a alegria plena por tudo aquilo pelo que oramos. [...] E não mais necessitaremos jejuar, e chorar, e estar atentos, pois estaremos fora do alcance do pecado e das tentações. E as exortações e o ensino não mais serão proveitosos; a pregação não mais existe, e o ministério do homem cessa, os sacramentos tornam-se inúteis, os trabalhadores são chamados, pois a colheita foi reunida; o joio, queimado; e o trabalho, findo, os irregenerados não mais têm esperança, os santos não mais sentem medo, e isso para sempre. E, menos ainda, haverá qualquer necessidade para trabalhar por objetivos menores, como o fazemos aqui, observando-se que todos eles serão devolvidos ao oceano do fim supremo, e o bem menor será totalmente tragado pelo maior de todos. 

*Extraído do clássico puritano “O Descanso Eterno dos Santos” de Richard Baxter.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Santidade


Oswald Chambers

Andar sobre as águas é fácil pra o ousado impulsivo, mas andar sobre terra seca como discípulo de Jesus Cristo é coisa bem diferente. Pedro andou sobre a água para ir até Jesus, mas ele o seguiu de longe sobre a terra. Não precisamos da graça de Deus para agüentar as crises, a natureza humana e o orgulho são suficientes, conseguimos enfrentar magnificamente a tensão. Mas requer a graça sobrenatural de Deus para viver vinte e quatro horas por dia como santos, passar pelo enfadonho como discípulo, viver uma existência comum, não observada, ignorada, como discípulo de Jesus. Está nato em nós que tenhamos de fazer coisas excepcionais para Deus, mas isso não é o que precisamos. Temos de ser excepcionais nas coisas mais comuns, ser santos nas ruas mais perigosas, entre gente perigosa, e isso não se aprende em cinco minutos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Novo templo

Essas são algumas projeções de como deve ficar o nosso local de culto


Vista do centro do templo para o púlpito




Vista do púlpito

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

domingo, 16 de setembro de 2012

domingo, 9 de setembro de 2012

A Bíblia


“Escrevi-lhe as grandezas da minha lei, porém essas são estimadas como coisa estranha”
(Oséias 8:12)



C. H. Spurgeon

Este volume é a escrita do Deus vivo: cada letra foi escrita por um dedo Todo-poderoso; cada palavra saiu dos lábios eternos, cada frase foi ditada pelo Espírito Santo. Ainda que Moisés tenha sido usado para escrever suas histórias com sua ardente pluma, Deus guiou essa pluma. Pode ser que Davi tenha tocado sua harpa, fazendo que doces e melodiosos salmos brotassem de seus dedos, porém Deus movia Suas mãos sobre as cordas vivas de sua harpa de ouro. Pode ser que Salomão que tenha cantado os Cânticos de amor, ou pronunciado palavras de sabedoria consumada, porém Deus dirigiu seus lábios, e fez eloqüente ao Pregador. Se sigo ao trovejador Naum, quando seus cavalos aram as águas, ou a Habacuque quando vê as tendas de Cusã em aflição; se leio Malaquias, quando a terra está ardendo como um forno; se passo para as serenas páginas de João, que nos falam de amor, ou para os severos e fogosos capítulos de Pedro, que falam do fogo que devora os inimigos de Deus, ou para Judas, que lança anátemas contra os adversários de Deus; em todas partes vejo que é Deus quem fala.

É a voz de Deus, não do homem; as palavras são as palavras de Deus, as palavras do Eterno, do Invisível, do Todo-poderoso, do Jeová desta terra. Esta Bíblia é a Bíblia de Deus; e quando a vejo, parece que ouço uma voz que surge dela, dizendo: “Sou o livro de Deus; homem, leia-me. Sou a escrita de Deus: abra minhas folhas, porque foram escritas por Deus; leia-as, porque Ele é meu autor, e O verá visível e manifesto em todas as partes”. “[Eu] escrevi-lhe as grandezas da minha lei, porém essas são estimadas como coisa estranha”.

*Trecho do sermão do pastor batista Charles Haddon Spurgeon “A Bíblia”, pregado na Manhã de Domingo, 18 de Março de 1855, no Exeter Hall, Strand - Londres - Inglaterra

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A ti clamo, ó Senhor

“A ti clamo, ó Senhor; rocha minha, não emudeças para comigo; não suceda que, calando-te a meu respeito, eu me torne semelhante aos que descem à cova”
(Sal. 28:1)

C. H. Spurgeon


Um clamor é uma expressão natural de sofrimento e uma real semelhança dum estado de espírito que obtemos quando todos os
outros modos de se ser ouvido falharam. Mas este clamor deve ser solidário e exclusivo ao Senhor, pois clamar perante um homem é a mais pura perda de tempo e um gastar inútil de nosso fôlego. Assim que pudermos considerar a nossa espontaneidade e prontidão para ouvir ao Senhor e nos apercebermos da Sua habilidade em nos ajudar prontamente, veremos uma boa razão para direccionar todas as súplicas ao Deus de toda a nossa salvação apenas. Será em vão clamar às rochas inócuas até no dia do juízo, mas nossa Rocha Eterna ouvirá sempre e continuamente nossos clamores. “Não estejas em silêncio para comigo”. Muitos conformados e formalistas contentar-se-ão sempre com meras orações sem respostas, mas suplicantes genuínos nunca se sentirão satisfeitos com tal coisa. Eles nunca se sentirão satisfeitos nem com as próprias respostas à oração, pois irão sempre mais distante ainda, pois recebem reais feitos dos céus, ou então não acharão seu descanso. E as respostas que eles anseiam vir a receber logo ali, fazem-nos temer que Deus se silencie por um simples momento. A voz de Deus é frequentemente terrível, de tal modo que abala as rochas num deserto. Mas o Seu silêncio é igualmente cheio de terror para um suplicante sério. Quando Deus parece estar a fechar os Seus ouvidos, nunca podemos fechar nossas bocas, mas antes devemos clamar ainda mais. Assim que o tom de nossa voz se identificar com a ansiedade real de se ser ouvido, Ele nunca nos negará uma resposta sequer. Que caso medonho seremos nós se nosso Senhor nunca mais nos ouvir! “Não suceda que, calando-te a meu respeito, eu me torne semelhante aos que descem à cova”. Se estamos privados do Deus que ouve as orações, deveríamos estar num estado de desconsolo tal que nem a cova nos calasse, pois cairíamos mais fundo que o inferno. Temos de obter respostas para as nossas orações. O nosso caso é um dos que não podem esperar; certamente que Deus nos trará a paz de espírito a nossas mentes agitadas, pois Ele nunca descobrirá em Seu coração razão para que Seus próprios filhos se atormentem.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


 “Todos estes morreram na fé”
( Heb.11:13)
C. H. Spurgeon

Eis em analogia toda a história destes santos abençoados, os quais dormiram muito antes do nosso Senhor ter vindo! Tão pouco importante nos será como morreram, seja em idade avançada ou através da violência. Este ponto comum a todos eles, dá-lhes o relevo duma coisa que lhes será característico a todos: “Todos morreram na fé”! Pela fé viveram – esta sempre foi seu conforto consolador, seu guia e motivação, seu apoio incondicional. Nessa mesma graça persistiram até à morte, terminando assim suas vidas com chave de ouro, depois duma luta doce comum a todos eles, na qual persistiram até ao fim. Não morreram na carne esperando em força própria. Nunca progrediram até Deus sem que haja sido pela fé, mantendo-a até ao fim de suas carreiras frutuosas. Pela fé se morre e se vive eternamente de forma preciosa, tanto na morte com na vida se persiste. Morrer na fé traz-nos distintamente ao passado. Eles creram nas promessas que lhes haviam sido feitas, muito tempo antes, havendo sido assegurados que os seus pecados também haviam sido perdoados e apagados para sempre, pela misericórdia de Deus. Morrer na fé traz-nos ao presente momento também. Todos estes santos estariam muitos confiantes sobre sua aceitação diante de Deus, eles gozaram os raios de seu sol e amor, descansando em Sua fidelidade contínua. Morrer nesta fé também nos levará ao futuro. Eles morriam manifestando esperança no futuro dum Messias que ainda estava para vir e que iria ressurgir nos últimos dias desta terra para os ressuscitar também, para assim O contemplarem ainda. Para estes, todas as dores que a morte lhes provocou, eram apenas dores de renascimento para um melhor e mais exaltado estado. Seja encorajado, grande homem, quando estiver lendo estas letrinhas. Sua carreira pela graça, será uma de fé na qual tudo aquilo que vê, nada de verdade lhe transmitirá. Foi este o curso que tomaram todos quantos lhe antecederam. Fé é a órbita sobre a qual giraram estas estrelas cintilantes, desta primeira fase de brilho. E muito feliz será você se esta carreira lhe vier a ser comum também. Olhe de novo para Jesus esta noite, o Autor e o Consumador desta nossa fé e tenha como e porque agradecê-Lo pessoalmente por Ele lhe haver concedido fé igual também, igual à de quem já está na glória cantando para sempre.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012



C. H. Spurgeon

“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” 1 Pedro 5.7  

É uma forma feliz de suavizar a tristeza quando podemos sentir que “ELE tem cuidado de vós”. Cristão, não desonre a religião por demonstrar sempre a ansiedade na fronte; venha, lance seu fardo sobre o seu Senhor. Você está cambaleando sob um peso que seu Pai não sentirá. O que parece a você um fardo esmagador, é para Ele apenas uma poeirinha sobre uma balança. Nada é mais doce do que

“Repousar-se tranqüilo nos braços de Deus,
E não saber de nenhuma vontade senão a dele.”

Ó filho do sofrimento, seja paciente; Deus não o deixou para trás em sua providência. Aquele que alimenta os pardais, também proverá às suas necessidades. Não fique sentado em desespero; espere nele, espere sempre. Levante os seus braços de fé contra um mar revolto, e sua resistência trará fim às suas aflições. Há Um que se importa com você. Seus olhos estão fixados em você, seu coração bate com piedade por sua aflição, e sua mão onipotente ainda lhe trará a ajuda necessária. A nuvem mais escura se desfará por si em chuvas de misericórdia. A melancolia mais negra dará lugar a uma nova manhã. Se você for um da família dele, Ele porá ataduras em suas feridas e curará seu coração partido. Não duvide de Sua graça por causa de sua tribulação, mas creia que Ele o ama tanto em tempos de dificuldade como em tempos de felicidade. Que vida tranqüila você pode desfrutar confiando suas necessidades ao Deus da providência! Com um pouco de óleo na botija e um punhado de farinha na vasilha, Elias sobreviveu à fome, e você terá a mesma provisão. Se Deus já cuida de você, por que você precisa cuidar também? Pode você confiar nele para sua alma, e não para o seu corpo? Ele nunca se recusou a carregar seus fardos, Ele nunca esmoreceu sob o seu peso. Venha, pois, ó alma! Livre-se de seus cuidados aflitivos e deixe suas preocupações nas mãos de um Deus gracioso.

sábado, 18 de agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

 

 C. H. Spurgeon

“Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” 
2 Pedro 3.18 
 
Crescei na graça” – não em uma única graça, mas em todas. Minha fé, cresça nessa graça enraizada. Creia nas promessas maisfirmemente do que tem crido. Permita que a fé aumente em plenitude, constância, simplicidade. Cresça também em amor. Peça queseu amor se torne amplo, mais intenso, mais prático, influenciando cada pensamento, palavra e ação. Cresça também em humildade.Procure rebaixar-se e conhecer mais sobre sua própria insignificância. Enquanto você cresce – para baixo – em humildade, procuretambém crescer em direção ao alto – aproximando-se mais intimamente de Deus em oração e buscando comunhão mais íntima comJesus. Possa o Deus Espírito Santo capacitá-lo a “crescer no conhecimento de nosso Senhor e Salvador”. Quem não cresce noconhecimento de Jesus, recusa-se a ser abençoado. Conhecê-la é “vida eterna”, e para prosperar no conhecimento dele é precisocrescer em bem-aventurança. Quem não almeja conhecer mais a respeito de Cristo, até agora nada sabe sobre Ele. Quem quer quetenha provado este vinho, terá mais sede, porque, embora Cristo satisfaça, tal é a satisfação, que o apetite não se dá por saciado,mas estimulado. Se você conhece o amor de Jesus – como a corça suspira pelos ribeiros de água, você ansiará pelas correntes maisprofundas de seu amor. Se não deseja conhecê-la melhor, então você não o ama, pois o amor sempre clama: “Mais perto, maisperto.” A ausência de Cristo é inferno, mas sua presença é céu, Portanto, não se satisfaça sem uma crescente familiaridade comJesus. Procure conhecer mais a seu respeito em sua natureza divina, em seu relacionamento humano, em sua obra consumada, emsua morte, em sua ressurreição, em sua gloriosa intercessão presente e em seu futuro advento majestoso. Permaneça firme junto àcruz e atente para o mistério de seus ferimentos. O crescimento do amor por Jesus e uma compreensão mais perfeita do seu amorpara conosco é uma das melhores experiências de crescimento na graça.

Caminhada Presbiteriana em Copacabana


Domingo 12/8/2012

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


Escrito por: John C. Kwasny 

Como a maioria dos críticos de cinema, eu também questionei a necessidade de outro reboot da franquia Homem-Aranha dez anos após o início da última saga com Tobey Maguire, em 2002. E, de fato, eu também não pensava que precisava assistir a história de como Peter Parker tornou-se Homem-Aranha uma vez mais. Dessa forma, se não fosse pela visita de vovô durante o feriado de 04 de julho, a nossa família provavelmente teria que esperar pelo DVD. Mas, como um devoto do Homem-Aranha ao longo da vida, posso dizer honestamente: fiquei muito contente de ver O Espetacular Homem Aranha no cinema. Valeu a pena!

Antes de nos aprofundarmos em um dos temas principais, aqui vai algumas das minhas observações aleatórias: eu definitivamente gostei dessa história da “origem”, mais do que aquela do filme de 2002. Andrew Garfield foi um Peter Parker mais obscuro e menos choramingão do que Tobey Maguire – ainda que ele tenha me lembrado muito o positivamente terrível Hayden Christensen em Star Wars II. Eu também gostei de Emma Stone mais do que Kristen Dunst, bem como da relação entre Peter e Gwen. Denis Leary atua muito bem como policial o tempo todo. Rhys Ifans foi um vilão bem enfadonho. Comecei a chorar (e possivelmente até chorei) em quato momentos diferentes – não me lembro de ter feito isso em 2002. O Espetacular Homem Aranha foi definitivamente mais emocionalmente intenso do que seu antecessor. No geral, tenho que dizer que este foi um filme melhor.

Como é o caso com a maioria dos filmes de super-heróis, há uma abundância de questões políticas e sociais sobre as quais poderíamos falar. A investigação científica é usada e abusada para tentar curar as pessoas de doenças. A evolução das espécies é apresentada como verdade, com o homem tendo a necessidade de realmente evoluir mais para se tornar tão forte e virulento como os animais. Os temas de vingança e justiça também estão presentes. E, há ainda a questão sobre se devemos manter as promessas ou se quebrá-las é melhor. Definitivamente, há uma abundância de boas discussões que você pode travar com os seus filhos, mesmo que considere apenas esses itens.

Mas o melhor tema em O Espetacular Homem Aranha tem a ver com chamado e responsabilidade. No filme, somos re-introduzidos a um Peter Parker que é verdadeiramente uma alma perdida – um órfão, um estranho, um universitário apático, um perdedor. A morte de seus pais é mais tarde agravada pela morte do seu tio Ben. A morte do seu tio é a última gota, transformando a raiva internizada de Peter em fúria e vingança. Seus superpoderes recém-descobertos lhe dão agora a oportunidade de lutar com os valentões e caçar o homem que matou o seu tio. É somente quando salva um garoto (que é um retrato dele mesmo) que Peter abraça a sua vocação de salvar e proteger as pessoas do mal deste mundo.

A cena fundamental no filme é quando Peter decide que precisa ir atrás do mutante Lizard, para essencialmente salvar todos os cidadãos da cidade de Nova Iorque. Enquanto nos braços da sua namorada Gwen, ela lhe diz: “Isso não é seu trabalho!” (derrotar Lizard). Peter apresenta-lhe uma pergunta retórica, como resposta: “E se for?”. Peter agora possui o forte senso de chamado e responsabilidade que seu tio Ben tentou ensinar-lhe antes de morrer. Num mundo onde a maioria das pessoas pensa “isso não é meu trabalho”, Peter sabia que era seu trabalho salvar outros da morte e destruição certa. [A propósito, mesmo o pai de Gwen, um capitão da polícia de Nova Iorque, tenta convencer Peter que isso não era trabalho do Homem Aranha. Felizmente, Peter não deu ouvidos a ele também!]

Dessa forma, temos uma figura de Cristo em O Espetacular Homem Aranha. Jesus sabia qual era o seu trabalho, o seu chamado e a sua responsabilidade. Ele abraçou isso de maneira completa – reconhecendo e entendendo a violência, dor e vergonha. E, como Salvador do seu povo na cruz, ele completou o seu trabalho perfeitamente. Ninguém mais poderia ter feito o seu trabalho em favor da humanidade!

Mas temos no filme O Espetacular Homem Aranha uma figura do cristão também. Todos os cristãos são chamados a serem usados por Deus para salvar aqueles que estão perdidos e sob o controle do Reino das Trevas. É tentador pensar que essa é a obra de cristãos “super heróis” – pastores, evangelistas, missionários, autores, etc. Mas esses ministros do evangelho em tempo integral não são os únicos que foram chamados para o trabalho de compartilhar o único evangelho que livra do mal. Todo crente deve abraçar o seu chamado de salvar o perdido pelo poder do Espírito Santo.
Ora, não recebemos sentidos-aranha, super força-aranha, ou mãos-de-aranha para subir em paredes. Felizmente, recebemos muito mais, dons muito melhores – os dons do Espírito e a amardura de Deus! Essas ferramentas poderosas dadas pelo Espírito não devem ser usadas para ganho egoísta ou apenas empunhadas para evitar problemas. Como crentes, as palavras terríveis de Gwen (“Isso não é seu trabalho!”) não devem flutuar em nossa cabeça. É o nosso trabalho! Fomos todos chamados à ação! O mal está à solta o tempo todo, e devemos permanecer firmes contra ele. Louvado seja Deus, que nos equipa e é gracioso para nos usar para destruir as obras de Satanás e avançar o Reino de Deus!
 
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto – julho de 2012.
Fonte: http://monergismo.com

segunda-feira, 30 de julho de 2012




João Calvino*

Não acontecerá, naquele dia, diz o SENHOR,
que farei perecer os sábios de Edom e o
entendimento do monte de Esaú?
(Obadias 8)  

Embora, em muitos aspectos, os homens, a quem Deus não guia com o seu Espírito nem ilumina com a sua palavra, sejam cegos; cegueira pior é quando eles se embriagam com a falsa presunção de sabedoria. De fato, Deus permite aos ímpios que por muito tempo se rejubilem na própria esperteza e conselhos, assim como ele tolerou que os idumeus vivessem prosperamente. Mas essas palavras nos advertem que, se sobressaímos em inteligência, não devemos empregar mal esse dom singular que Deus nos concede, como vemos ser o caso dos ímpios, que convertem em astúcia toda e qualquer sabedoria que Deus lhes outorga. Quase não há, entre cem deles, um que, avantajando-se em inteligência, não tente ser astucioso e enganador. Vemos que o mundo corrompe este excelente dom de Deus; a razão maior para o nosso labor, para que a nossa sabedoria esteja alicerçada na simplicidade verdadeira. Além disso  precisamos também estar atentos para não confiarmos em nossa própria sabedoria e  desprezarmos nossos inimigos e, igualmente, não imaginarmos que podemos evitar todo mal que nos ameace. Antes, busquemos sempre o Senhor para que ele, em todo tempo, nos conceda o Espírito de sabedoria, de modo a nos guiar equilibradamente até o fim da vida.

Oração
Concede, ó Deus onipotente, que assim como nos recebeste de uma vez por todas sob a tua proteção e nos tens assegurado que a nossa salvação está tanto aos teus cuidados que, sejam quais forem as conspirações de Satanás e do mundo inteiro, tu ainda nos guardarás sãos e salvos, — ó concede que, revestidos de perseverança, não ultrapassemos os nossos limites nem sejamos levados para cá e para lá por astúcias ou conselhos malignos; antes compraze-te em nos guardar em integridade genuína, para que, protegidos pelo teu socorro, possamos, pela provação, comprovar a verdade que declaras na tua palavra e aqueles que te invocam em verdade saibam sempre que és favorávela eles; e já que nos deste acesso pela pessoa do teu Filho unigênito, ó concede que nós, as ovelhas, confiemos nele como o nosso Pastor, submetendo-nos resignadamente à sua proteção até que sejamos por fim afastados de todos os perigos, levados ao descanso eterno, adquirido para nós pelo sangue de Cristo, teu único Filho. Amém. 


*Devocionais e orações, Meditando nos profetas menores, tradução: Marcos Vasconcelos.                   

sábado, 28 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012


A minha graça te basta” (2Coríntios 12:9)

Se nenhum dos santos de Deus fosse humilhado e sujeito às provações, não conheceríamos tão bem nem metade das consolações da graça divina. Quando encontramos um andarilho que não tem onde reclinar a cabeça, mas que pode dizer: "mesmo assim confiarei", ou quando vemos um pobre necessitado de pão e água que ainda se gloria em Jesus; quando vemos uma viúva enlutada assolada por aflições e ainda tendo fé em Cristo, oh! que honra isto reflete no evangelho. A graça de Deus é exemplificada e engrandecida na pobreza e nas provações dos crentes. Os santos resistem a todo desalento, crendo que todas as coisas cooperam para o seu bem, e que, entre todas as coisas aparentemente ruins afinal florescerá uma verdadeira bênção - que, ou seu Deus operará um rápido livramento, ou, com toda certeza, os sustentará na provação, enquanto assim Lhe aprouver. Esta paciência dos santos prova o poder da graça divina. Há um farol em alto mar: a noite está calma - não posso dizer se sua estrutura é sólida ou não; a tempestade precisa desabar sobre ele, e só assim saberei se continuará em pé. Assim é com a obra do Espírito Santo: se ela não fosse cercada por águas tempestuosas em muitas ocasiões, não saberíamos que é forte e verdadeira; se os ventos não soprassem sobre ela, não saberíamos o quanto é firme e segura. As obras-primas de Deus são aqueles homens que permanecem firmes, inabaláveis, em meio às dificuldades:
"Calmo em meio ao choro transtornado
Confiante na vitória."

Aquele quer quer glorificar seu Deus deve ter em conta o enfrentar muitas provações. Nenhum homem pode ser reconhecido diante do Senhor a menos que suas lutas sejam muitas. Se, então, o teu for um caminho atribulado, regozija-te nele, pois mostrarás o teu melhor diante da toda-suficiente graça de Deus. Quanto a Ele falhar contigo, jamais penses nisto - odeia este pensamento. O Deus que foi suficiente até agora, o será até o fim.

Fonte:
Morning and Evening (Devocional vespertina do dia 04 de Março)

quarta-feira, 18 de julho de 2012



04 de Abril - Meditações Matinais 

por  
Charles Haddon Spurgeon 
  

“Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, 
fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Corímios 5.21) 

Cristão lamuriento! Por que está chorando? Está se lamentando de sua própria corrupção? Olhe para seu perfeito Senhor e lembre-se: você está completamente nEle; você é, aos olhos de Deus, tão perfeito como se nunca tivesse pecado; não, mais do que isto, o Senhor Justiça Nossa colocou uma veste divina em você, de modo que você tem mais do que a justiça do homem - tem a justiça de Deus. Você que está se lamentando em razão do pecado congênito e da depravação, lembre-se: nenhum de seus pecados pode condená-lo. Você aprendeu a odiar o pecado; mas também aprendeu a saber que o pecado não é seu - ele foi lançado sobre a cabeça de Cristo. Sua posição não está em você - está em Cristo; sua aceitação não está em você, mas em seu Senhor; você é perfeitamente aceito por Deus hoje, com toda a sua pecaminosidade, como será quando estiver diante de seu trono, livre de toda corrupção. Oh! suplico-lhe, apegue-se a esta idéia preciosa: perfeição em Cristo! Pois você é “completo nEle”. Com a veste do seu Salvador, você é santo como Aquele que é Santo. “Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós” (Romanos 8.34). Cristão, regozije-se em seu coração, pois você é “aceito no Amado” - o que você tem a temer? Permita que seu rosto sempre estampe um sorriso; viva perto de seu Mestre; viva nos subúrbios da Cidade celestial; pois logo, quando seu tempo chegar, você subirá aonde seu Jesus está sentado e reinará à sua mão direita; e tudo isto porque o Senhor divino “o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus”. 

segunda-feira, 16 de julho de 2012



“Eu amo a Bíblia, eu leio-a todos os dias e, quanto mais a leio mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo, não compreendo tais pessoas, mas eu a amo, amo a sua simplicidade e amo as suas repetições e reiterações da verdade. Como disse, eu leio-a quotidianamente e gosto dela cada vez mais”.
(D. Pedro II)

“O vigor de nossa vida espiritual está na proporção exata do lugar que a Bíblia ocupa em nossa vida e em nossos pensamentos”.
(George Müller)

“Que o homem progrida quanto quiser, que todos os ramos do conhecimento humanose desenvolvam ao mais alto grau, coisa alguma substituirá a Bíblia, base de toda a cultura e de toda a educação”
(Immanuel Kant)

“Livro de minha alma aqui o tenho: é a Bíblia. Não o encerro na biblioteca, entre os de estudo, conservo-o sempre à minha cabeceira, à mão. É dele que tiro o pãopara a minha fome de sonsolo, é dele que tiro a luz nas trevas das minhas agonias”.
(Coelho Neto)

“A Bíblia não é somente um grande livro de referências históricas, mas é também um Guia para a vida diária, e por essa razão eu a respeito e amo”.
(Hailé Selassié)

domingo, 8 de julho de 2012


“Missão” é primordialmente oferecer-se a Deus, todos os dias, para ser santificado. Também é guiar espiritualmente a família e os mais próximos, em um trabalho lento, cotidiano e interior. Quando as “missões” são consideradas apenas em uma dimensão exterior, em que não se contempla a interior, somos como pobres legalistas pragmáticos, orientados somente para o fazer, imprestáveis para adorar a Deus e pôr em prática o amor ao próximo, algo só possível com paciência e olhos atentos. Porém, quando privilegiamos o alvo correto, não somos tão ativistas, mas vivemos a missão primordialmente onde deve ser vivida: dentro de nós, em nossos corações, onde está o trono de Deus; e, dali, espraiando-se para fora. É nesse reino da interioridade, habitação do Espírito Santo, que serão esmagados, pela graça de Deus, todos os pecados graves que nos impedem de ter a disposição para amar. É ali que tudo começa; se não começar ali, não terá começado de modo algum (e precisa recomeçar a cada dia!). De fato, amar é o principal de todos os mandamentos, de acordo com Jesus: em primeiro lugar, amar a Deus com todo o coração, toda a alma, todo o entendimento e toda a força; em segundo, amar o próximo como a si mesmo (Mc 12.30-31). Não é amar a “obra de Deus”, entenda! É amar como em círculos concêntricos que se propagam: primeiro, Deus, o único a ser adorado; segundo, o seu lar, esposa e filhos; terceiro, os mais próximos, e dali em diante. Os desconhecidos necessariamente virão depois. Mas, se conseguimos nos convencer de que amamos primeiro o “povo de Deus”, as “tribos inalcançadas”, os “pobres”, os “oprimidos” ou qualquer outra abstração conveniente, por quem jamais poderemos ter uma responsabilidade direta e individualizada, não estamos demonstrando, prestes a deixar de lado os mais queridos e os dependentes reais, que temos um ídolo no coração? Um ídolo que, mascarado de amor, levará à destruição de nosso lar e da nossa alma.

Texto integral:
http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=271



sexta-feira, 6 de julho de 2012


O QUE ESTÃO FAZENDO COM A IGREJA
III Seminário de revitalização das sociedades internas na Igreja Presbiteriana do Alcântara. Dias 13 (19h30), 14 (8h-17h) e 15 (9h-11h) do mês de julho de 2012. A igreja fica no centro do Alcântara, São Gonçalo. Rua Nestor Pinto Alves, nº 57.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012




Jesus é o guarda das portas do paraíso; Ele colocou diante de cada alma crente uma porta aberta que nenhum homem nem nenhum demónio lha pode fechar. Que gozo será achar que a fé nEle é a chave de ouro para as portas eternas! Minh’alma, estás tu levando esta chave em teu peito ou estás confiando em alguma chave falsa que, por fim, fracassará? Ouve esta parábola do pregador e recorda-a: O grande Rei fez um banquete e proclamou por todo o mundo que ninguém entraria nele, salvo os que trouxessem a flor mais formosa do mundo. Os espíritos dos homens avançam para a porta aos milhares e cada um deles traz uma flor que estima ser a rainha do jardim, mas eles, em grande quantidade, são empurrados para fora da presença real e não podem entrar na sala do banquete. Alguns trazem nas suas mãos a mortal beladona da superstição, ou a papoila exibicionista de Roma, ou a cicuta da justiça própria, mas como estas flores não agradam ao Rei, os portadores delas são excluídos das portas de pérola. Minha alma, tens tu colhido a Rosa de Saron? Levas tu constantemente no teu peito o Lírio dos Vales? Se assim é, quando chegares às portas do Céu, tu saberás o seu valor, porquanto só tens de mostrar a mais seleta das flores e o Porteiro abrirá. Nem por um momento Ele te negará a admissão, porque para aquela Rosa o Porteiro abre sempre. Tu acharás o teu caminho para o trono de Deus com a Rosa de Saron nas tuas mãos, visto que o Céu não possui nada que sobrepuje a sua radiante beleza, e de todas as flores que florescem no Paraíso, não há nenhuma que possa rivalizar com o Lírio dos Vales. Minh’alma, pela fé obtém em tuas mãos a vermelha Rosa do Calvário; leva-a por amor, preserva-a pela comunhão, por uma vigilância diária fá-la o teu tudo em tudo e tu serás abençoado além de toda a beatitude, feliz além de toda a imaginação. Jesus, sê meu para sempre: meu Deus, meu Céu, meu tudo.

C. H. Spurgeon – “Leituras Vespertinas”
Tradução de Carlos António da Rocha

sábado, 30 de junho de 2012

O Evangelho se opõe ao Moralismo - John Piper




Trecho de uma mensagem de John Piper, onde de ele fala – com citações de C. S. Lewis – que o Evangelho se opõe ao costumeiro uso de regras (listas) que criamos em torno da igreja. O Evangelho começa no coração. É uma mudança interna que nos leva a amar a Deus e a querer naturalmente o seu prazer.

terça-feira, 26 de junho de 2012


Por Renata Cardoso

Um amigo meu foi à China e me escreveu uma carta do campo missionário. Estava muito admirado como o povo chinês amava a Palavra de Deus e cuidava dela. Ele estava já há um ano no campo missionário, na capital chinesa, e foi convidado a ir a uma cerimônia secreta que acontecia semanalmente numa cidade no interior da China.

Os missionários não mencionaram onde era o local por medida de segurança. Chegando lá, o convidaram a entrar numa caverna escura e gelada, mas percebeu uma coisa grandiosa, o local era cheio da presença de Deus.

No profundo da caverna havia um grupo considerável de irmãos em Cristo que se reuniam para uma celebra ao para troca de família. Esse grupo possuía um único exemplar da Biblia que era passada de família em família e o patriarca passav a Bilblia à outro patriarca.

Mas uma coisa chamou a atenção do meu amigo que assistia a tudo num silencio perturbador. O patriarca entregou a Biblia ao outro patriarca com lágrimas nos olhos e pesar no coração, sem querer entregar aquele exemplar da Palavra de Deus, testemunhando como eles fizeram para ler o máximo possível.

Naquela semana, seu filho não trabalhou na lavoura junto com eles; sua filha não foi à universidade estudar, nem sua mulher trabalhou em casa fazendo suas tarefas domésticas, tendo cozinhado a comida daquela semana na semana anterior, pois ela acreditava que ler a Palavra de Deus era mais importante que qualquer outra atividade que pudesse fazer.

Seus filhos se revezavam em ler a Palavra para toda a família de dia e de noite, pois seus pais não tinham instrução, mas estavam atentos ao que a Palavra dizia.

Naquela semana, não se dormiu naquela casa para que todos aproveitassem a leitura que era feita da Biblia, que só iria ser lida por aquela família novamente um ano depois.

Meu amigo saiu daquele lugar com o coração apertado e cheio de questionamentos na mente. Primeiro: Que valor damos a Palavra de Deus? Segundo: Quanto Lemos a Palavra de Deus? Terceiro: Essa Palavra fala conosco? Quarto: Falamos dessa Palavra aos outros?

Percebeu que para aqueles que não têm fácil acesso a Biblia, o valor de lê-la é inestimável. Haja o que houver nada os faz parar de ler a Palavra de Deus. E isso o fez pensar...

domingo, 17 de junho de 2012


Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir aos cultos todos os domingos.

      “Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maioria deles… Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles”.

Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para alegria do editor chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de um outro leitor:

     “Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e meus filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais”.

sábado, 16 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012



Pai Nosso, que está nos céus… Será que o trono de Deus tem acolchoamento? Por que teria? Mas o que seria um trono sem algum estofamento… opa! Pai Nosso que está nos céus, santificado seja o Teu nome… Santificado seja teu nome… não deveria santo seja teu nome? Afinal, é impresso, não imprimido. Ou eu falo das duas formas?… opa… Venha o teu Reino… será que Jesus falava de um reino literal ou de um espiritual? Cara, esse debate entre premilenistas e amilenistas é um quebra-cabeças. É tipo um cubo mágico. Onde eu deixei o meu cubo…

Suas orações já perambularam sem rumo como um bêbado? Nem as minhas. Eu sou focado e deliberado em cada ponto de minhas orações. Assim como você.

Mas imagine que seu amigo imaturo te peça um conselho sobre como superar distrações na oração;
Aqui vão cinco ajudas que eu uso neófitos distraídos usam para permanecer focados…

1. Use categorias para guiar sua linha de pensamento.

Se suas orações tendem a sair dos trilhos e sair por aí sem controle, você pode usar um diário de oração ou cartões para mapear o direcionamento do seu tempo de oração.
Categorias que você talvez queira cobrir são:
  • Louvor pelos atributos de Deus
  • Ação de graças pelas bênçãos em sua vida
  • Intercessão pelas necessidades espirituais/físicas dos outros (você pode subdividir isso em família, amigos, governo, igreja, pastor etc).
  • Petição por suas próprias necessidades e desejos

2. Feche a porta com itens específicos em cada categoria

Distrações são como bandidos determinados tentando invadir seus pensamentos. Quando deixamos nossas mentes entreabertas, providenciamos a eles uma brecha em nossas defesas.
Uma lista de nomes ou palavras-chaves com pessoas e itens para a oração selam as passagens por onde essas distrações se infiltram.

3. Lute com uma vantagem ao escolher um local apropriado

Orar enquanto dirige, se for algo bem feito, causará acidentes. Se você não bateu, então você não está orando direito.
 Como um general preparando um ataque, escolher o local correto pode aumentar sua força na batalha.  Sim, Jonas orou na barriga do peixe. Nós podemos orar em qualquer lugar. Mas, para nosso tempo regular de oração, por que optar por um lugar cheio de obstáculos?
Escolha o mais quieto, isolado e ininterruptível lugar disponível para você. Susanna Wesley célebre e inventivamente usava um avental sobre a cabeça como um sinal para sua horda de filhos de que estava em sua hora (mais) silenciosa.
Para nós, isso envolverá desligar nossos celulares. Você faria isso em uma entrevista importante ou numa reunião de negócios, certo?

4. Aprisione pensamentos indesejados em uma checklist

Por que até então um compromisso permaneceu alegremente guardado em nossos subconscientes por dias, mas exigirá atenção imediata no momento em que sentamos para orar? Essas lembranças agressivas precisam ser tratadas com firmeza.
Eu as prendo reservando um espaço em branco numa página de meu diário de oração. Nesse espaço, escrevo algum pensamento importante que surge inesperadamente. Assim que os tenha por escrito – de forma que eu possa transcrevê-los mais tarde na minha agenda – a urgência tende a aquietar-se e esperar em sua prisão pelo restante do período de oração.

5. Escreva suas orações                                              

Se as quatro estratégias acima não funcionarem tanto quanto esperava, você pode entar o golpe final dos métodos para vencer a distração: escreva sua oração inteira.
Descobri que escrever orações em um diário nos ajuda a focar como nenhuma outra coisa.
Todas as tentações tangenciais somem, e esse hábito me traz uma referência a que posso retornar a fim de monitorar minhas orações respondidas e meu crescimento/declínio espiritual .

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo.com | Original aqui

domingo, 10 de junho de 2012


Um dos sinais do “crescimento na graça” é a humildade crescente. O homem cuja alma está “crescendo” possui maior percepção de sua própria indignidade e pecaminosidade, a cada ano que passa. Ele se dispõe a dizer, juntamente com Jó: “Sou indigno” ou como Abraão: “Sou pó e cinza”, ou como Jacó: “Sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens para com teu servo”, ou como Davi: “Mas eu sou verme, e não homem”. Quanto mais um crente aproxima-se de Deus, mais se torna sensível em relação à sua própria indignidade e imperfeições. Quanto mais ele avança na sua jornada para o céu, mais compreende o que Paulo quis dizer, quando afirmou: “Não que eu… já tenha obtido a perfeição”; “eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo”; “A mim, o menor de todos os santos”. Quanto mais maduro, mais inclinará a cabeça para o chão. (…) Quer alguém saber se está crescendo na graça? Verifique em seu próprio interior, se a sua humildade está aumentando.

*Extraído do livro “Santidade - Sem a qual ninguém verá o Senhor.

segunda-feira, 4 de junho de 2012


Se o conhecimento das coisas visíveis podem enriquecer a vida, o que o conhecimento de Deus fará com ela? Deus não é um Deus de mortos e nem da morte, mas de vivos e da vida. Todos aqueles que foram recriados à Sua imagem e descansam em Sua companhia são elevados acima do nível da morte e da mortalidade. “Aquele que crê em mim”, disse Jesus, “ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente” (Jo 11:25,26). O conhecimento de Deus em Cristo traz consigo a vida eterna, alegria imperturbável, bênçãos celestiais. Esses não são apenas efeitos, pois o conhecimento de Deus é, em si mesmo, uma vida nova, eterna e abençoada.


Extraído do livro “Teologia Sistemática” de Herman Bavinck, Ed. Socep.

domingo, 3 de junho de 2012


Os crentes não oram com a intenção de informar a Deus a respeito das coisas que ele desconheça, ou para incitá-lo a cumprir o seu dever, ou paraapressá-lo, como se ele fosse relutante. Pelo contrário, eles oram para que assim possam despertar-se e buscá-lo, e assim exercitem sua fé na meditação das suas promessas, e aliviem suas ansiedades, deixando-as nas mãos dele; numa palavra, oram com o fim de declarar que sua esperança e expectativa das coisas boas, para eles mesmos e para os outros, está só nele.

*Fonte: Calvino de A a Z, Editora Vida.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

O Céu


C. H. Spurgeon

Felizes os espíritos que terminaram a batalha da fé e vivem agora o êxtase de avistá-lo; sim, mui felizes são os mais baixos dos serafins que voam ao seu comando e para sempre contemplam a face do nosso Pai que está no céu. A aridez destas planícies nos induz a desejar o rio da água da vida; as figueiras estéreis deste solo esgotado nos incitam a seguir velozmente a vereda rumo às árvores imortais que crescem às margens do rio de Deus; as nuvens nos convidam a voar além deste céu inferior para onde o tempo transcorre límpido; mesmo os espinhos e as sarças, a poeira e o calor da peregrinação e luta deste mundo são oradores poderosos para elevar nossos pensamentos mais sublimes para as coisas invisíveis e eternas.


*Extraído do livro “O Melhor de C. H. Spurgeon”, capítulo 1: Jóias de Spurgeon, Ed. Luz e Vida.



segunda-feira, 21 de maio de 2012

A coroa da vitória

Agostinho, bispo de Hipona
(O doutor da graça)


“…é evidente que lutas; portanto, serás coroado, porque vences. Mas olha quem venceu primeiro, quem te faz tornar-te, pela segunda vez, vencedor. (…) Por nós mesmos fomos vencidos, mas nele vencemos. Por esta razão ele te coroa, coroando seus dons e não os teus méritos. (…) Portanto, se és coroado, é por sua misericórdia que és coroado. Em parte alguma podes ser soberbo. Louva sempre o Senhor, não esqueças as suas retribuições. É uma retribuição seres chamado quando és pecador e ímpio para seres justificado. É uma retribuição, quando és reerguido e dirigido para não caíres. Trata-se de uma retribuição receberes forças para perseverares até o fim. É uma retribuição que esta tua carne, que pesa sobre ti, ressuscite e não se perca nem um cabelo de tua cabeça. É retribuição seres coroado após a ressurreição. É retribuição louvares a Deus eternamente sem desfalecer”.