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segunda-feira, 30 de julho de 2012




João Calvino*

Não acontecerá, naquele dia, diz o SENHOR,
que farei perecer os sábios de Edom e o
entendimento do monte de Esaú?
(Obadias 8)  

Embora, em muitos aspectos, os homens, a quem Deus não guia com o seu Espírito nem ilumina com a sua palavra, sejam cegos; cegueira pior é quando eles se embriagam com a falsa presunção de sabedoria. De fato, Deus permite aos ímpios que por muito tempo se rejubilem na própria esperteza e conselhos, assim como ele tolerou que os idumeus vivessem prosperamente. Mas essas palavras nos advertem que, se sobressaímos em inteligência, não devemos empregar mal esse dom singular que Deus nos concede, como vemos ser o caso dos ímpios, que convertem em astúcia toda e qualquer sabedoria que Deus lhes outorga. Quase não há, entre cem deles, um que, avantajando-se em inteligência, não tente ser astucioso e enganador. Vemos que o mundo corrompe este excelente dom de Deus; a razão maior para o nosso labor, para que a nossa sabedoria esteja alicerçada na simplicidade verdadeira. Além disso  precisamos também estar atentos para não confiarmos em nossa própria sabedoria e  desprezarmos nossos inimigos e, igualmente, não imaginarmos que podemos evitar todo mal que nos ameace. Antes, busquemos sempre o Senhor para que ele, em todo tempo, nos conceda o Espírito de sabedoria, de modo a nos guiar equilibradamente até o fim da vida.

Oração
Concede, ó Deus onipotente, que assim como nos recebeste de uma vez por todas sob a tua proteção e nos tens assegurado que a nossa salvação está tanto aos teus cuidados que, sejam quais forem as conspirações de Satanás e do mundo inteiro, tu ainda nos guardarás sãos e salvos, — ó concede que, revestidos de perseverança, não ultrapassemos os nossos limites nem sejamos levados para cá e para lá por astúcias ou conselhos malignos; antes compraze-te em nos guardar em integridade genuína, para que, protegidos pelo teu socorro, possamos, pela provação, comprovar a verdade que declaras na tua palavra e aqueles que te invocam em verdade saibam sempre que és favorávela eles; e já que nos deste acesso pela pessoa do teu Filho unigênito, ó concede que nós, as ovelhas, confiemos nele como o nosso Pastor, submetendo-nos resignadamente à sua proteção até que sejamos por fim afastados de todos os perigos, levados ao descanso eterno, adquirido para nós pelo sangue de Cristo, teu único Filho. Amém. 


*Devocionais e orações, Meditando nos profetas menores, tradução: Marcos Vasconcelos.                   

sábado, 28 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012


A minha graça te basta” (2Coríntios 12:9)

Se nenhum dos santos de Deus fosse humilhado e sujeito às provações, não conheceríamos tão bem nem metade das consolações da graça divina. Quando encontramos um andarilho que não tem onde reclinar a cabeça, mas que pode dizer: "mesmo assim confiarei", ou quando vemos um pobre necessitado de pão e água que ainda se gloria em Jesus; quando vemos uma viúva enlutada assolada por aflições e ainda tendo fé em Cristo, oh! que honra isto reflete no evangelho. A graça de Deus é exemplificada e engrandecida na pobreza e nas provações dos crentes. Os santos resistem a todo desalento, crendo que todas as coisas cooperam para o seu bem, e que, entre todas as coisas aparentemente ruins afinal florescerá uma verdadeira bênção - que, ou seu Deus operará um rápido livramento, ou, com toda certeza, os sustentará na provação, enquanto assim Lhe aprouver. Esta paciência dos santos prova o poder da graça divina. Há um farol em alto mar: a noite está calma - não posso dizer se sua estrutura é sólida ou não; a tempestade precisa desabar sobre ele, e só assim saberei se continuará em pé. Assim é com a obra do Espírito Santo: se ela não fosse cercada por águas tempestuosas em muitas ocasiões, não saberíamos que é forte e verdadeira; se os ventos não soprassem sobre ela, não saberíamos o quanto é firme e segura. As obras-primas de Deus são aqueles homens que permanecem firmes, inabaláveis, em meio às dificuldades:
"Calmo em meio ao choro transtornado
Confiante na vitória."

Aquele quer quer glorificar seu Deus deve ter em conta o enfrentar muitas provações. Nenhum homem pode ser reconhecido diante do Senhor a menos que suas lutas sejam muitas. Se, então, o teu for um caminho atribulado, regozija-te nele, pois mostrarás o teu melhor diante da toda-suficiente graça de Deus. Quanto a Ele falhar contigo, jamais penses nisto - odeia este pensamento. O Deus que foi suficiente até agora, o será até o fim.

Fonte:
Morning and Evening (Devocional vespertina do dia 04 de Março)

quarta-feira, 18 de julho de 2012



04 de Abril - Meditações Matinais 

por  
Charles Haddon Spurgeon 
  

“Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, 
fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Corímios 5.21) 

Cristão lamuriento! Por que está chorando? Está se lamentando de sua própria corrupção? Olhe para seu perfeito Senhor e lembre-se: você está completamente nEle; você é, aos olhos de Deus, tão perfeito como se nunca tivesse pecado; não, mais do que isto, o Senhor Justiça Nossa colocou uma veste divina em você, de modo que você tem mais do que a justiça do homem - tem a justiça de Deus. Você que está se lamentando em razão do pecado congênito e da depravação, lembre-se: nenhum de seus pecados pode condená-lo. Você aprendeu a odiar o pecado; mas também aprendeu a saber que o pecado não é seu - ele foi lançado sobre a cabeça de Cristo. Sua posição não está em você - está em Cristo; sua aceitação não está em você, mas em seu Senhor; você é perfeitamente aceito por Deus hoje, com toda a sua pecaminosidade, como será quando estiver diante de seu trono, livre de toda corrupção. Oh! suplico-lhe, apegue-se a esta idéia preciosa: perfeição em Cristo! Pois você é “completo nEle”. Com a veste do seu Salvador, você é santo como Aquele que é Santo. “Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós” (Romanos 8.34). Cristão, regozije-se em seu coração, pois você é “aceito no Amado” - o que você tem a temer? Permita que seu rosto sempre estampe um sorriso; viva perto de seu Mestre; viva nos subúrbios da Cidade celestial; pois logo, quando seu tempo chegar, você subirá aonde seu Jesus está sentado e reinará à sua mão direita; e tudo isto porque o Senhor divino “o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus”. 

segunda-feira, 16 de julho de 2012



“Eu amo a Bíblia, eu leio-a todos os dias e, quanto mais a leio mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo, não compreendo tais pessoas, mas eu a amo, amo a sua simplicidade e amo as suas repetições e reiterações da verdade. Como disse, eu leio-a quotidianamente e gosto dela cada vez mais”.
(D. Pedro II)

“O vigor de nossa vida espiritual está na proporção exata do lugar que a Bíblia ocupa em nossa vida e em nossos pensamentos”.
(George Müller)

“Que o homem progrida quanto quiser, que todos os ramos do conhecimento humanose desenvolvam ao mais alto grau, coisa alguma substituirá a Bíblia, base de toda a cultura e de toda a educação”
(Immanuel Kant)

“Livro de minha alma aqui o tenho: é a Bíblia. Não o encerro na biblioteca, entre os de estudo, conservo-o sempre à minha cabeceira, à mão. É dele que tiro o pãopara a minha fome de sonsolo, é dele que tiro a luz nas trevas das minhas agonias”.
(Coelho Neto)

“A Bíblia não é somente um grande livro de referências históricas, mas é também um Guia para a vida diária, e por essa razão eu a respeito e amo”.
(Hailé Selassié)

domingo, 8 de julho de 2012


“Missão” é primordialmente oferecer-se a Deus, todos os dias, para ser santificado. Também é guiar espiritualmente a família e os mais próximos, em um trabalho lento, cotidiano e interior. Quando as “missões” são consideradas apenas em uma dimensão exterior, em que não se contempla a interior, somos como pobres legalistas pragmáticos, orientados somente para o fazer, imprestáveis para adorar a Deus e pôr em prática o amor ao próximo, algo só possível com paciência e olhos atentos. Porém, quando privilegiamos o alvo correto, não somos tão ativistas, mas vivemos a missão primordialmente onde deve ser vivida: dentro de nós, em nossos corações, onde está o trono de Deus; e, dali, espraiando-se para fora. É nesse reino da interioridade, habitação do Espírito Santo, que serão esmagados, pela graça de Deus, todos os pecados graves que nos impedem de ter a disposição para amar. É ali que tudo começa; se não começar ali, não terá começado de modo algum (e precisa recomeçar a cada dia!). De fato, amar é o principal de todos os mandamentos, de acordo com Jesus: em primeiro lugar, amar a Deus com todo o coração, toda a alma, todo o entendimento e toda a força; em segundo, amar o próximo como a si mesmo (Mc 12.30-31). Não é amar a “obra de Deus”, entenda! É amar como em círculos concêntricos que se propagam: primeiro, Deus, o único a ser adorado; segundo, o seu lar, esposa e filhos; terceiro, os mais próximos, e dali em diante. Os desconhecidos necessariamente virão depois. Mas, se conseguimos nos convencer de que amamos primeiro o “povo de Deus”, as “tribos inalcançadas”, os “pobres”, os “oprimidos” ou qualquer outra abstração conveniente, por quem jamais poderemos ter uma responsabilidade direta e individualizada, não estamos demonstrando, prestes a deixar de lado os mais queridos e os dependentes reais, que temos um ídolo no coração? Um ídolo que, mascarado de amor, levará à destruição de nosso lar e da nossa alma.

Texto integral:
http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=271



sexta-feira, 6 de julho de 2012


O QUE ESTÃO FAZENDO COM A IGREJA
III Seminário de revitalização das sociedades internas na Igreja Presbiteriana do Alcântara. Dias 13 (19h30), 14 (8h-17h) e 15 (9h-11h) do mês de julho de 2012. A igreja fica no centro do Alcântara, São Gonçalo. Rua Nestor Pinto Alves, nº 57.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012




Jesus é o guarda das portas do paraíso; Ele colocou diante de cada alma crente uma porta aberta que nenhum homem nem nenhum demónio lha pode fechar. Que gozo será achar que a fé nEle é a chave de ouro para as portas eternas! Minh’alma, estás tu levando esta chave em teu peito ou estás confiando em alguma chave falsa que, por fim, fracassará? Ouve esta parábola do pregador e recorda-a: O grande Rei fez um banquete e proclamou por todo o mundo que ninguém entraria nele, salvo os que trouxessem a flor mais formosa do mundo. Os espíritos dos homens avançam para a porta aos milhares e cada um deles traz uma flor que estima ser a rainha do jardim, mas eles, em grande quantidade, são empurrados para fora da presença real e não podem entrar na sala do banquete. Alguns trazem nas suas mãos a mortal beladona da superstição, ou a papoila exibicionista de Roma, ou a cicuta da justiça própria, mas como estas flores não agradam ao Rei, os portadores delas são excluídos das portas de pérola. Minha alma, tens tu colhido a Rosa de Saron? Levas tu constantemente no teu peito o Lírio dos Vales? Se assim é, quando chegares às portas do Céu, tu saberás o seu valor, porquanto só tens de mostrar a mais seleta das flores e o Porteiro abrirá. Nem por um momento Ele te negará a admissão, porque para aquela Rosa o Porteiro abre sempre. Tu acharás o teu caminho para o trono de Deus com a Rosa de Saron nas tuas mãos, visto que o Céu não possui nada que sobrepuje a sua radiante beleza, e de todas as flores que florescem no Paraíso, não há nenhuma que possa rivalizar com o Lírio dos Vales. Minh’alma, pela fé obtém em tuas mãos a vermelha Rosa do Calvário; leva-a por amor, preserva-a pela comunhão, por uma vigilância diária fá-la o teu tudo em tudo e tu serás abençoado além de toda a beatitude, feliz além de toda a imaginação. Jesus, sê meu para sempre: meu Deus, meu Céu, meu tudo.

C. H. Spurgeon – “Leituras Vespertinas”
Tradução de Carlos António da Rocha